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A defesa de Lula reclama do STF respeito à Constituição que foi afrontada pela traição de Edson Fachin. E ao povo, nada?

O noticiário diz que a defesa de Lula recorre à segunda turma do  STF pelo desrespeito à Constituição e contra a decisão desonrada de Edson Fachin, “…que retirou da pauta a análise do pedido de liberdade do ex-presidente”.

Os/as  defensores/as do ex presidente são ilibados/as, sérios/as e percorem o caminho  do “politicamente correto” no que tange aos ritos delicados, melindrosos e eivados de espinhos no judiciário.

Correto, nem um protesto aos profissionais do direito que defendem o ex presidente, injustamente condenado em primeira e em segunda instâncias e preso sem provas. A questão perturbadora é com referência aos direitos políticos do povo brasileiro, sequestrado, desrepeitado e estuprado na sua garantia de lutar organizadamente e em multidões a favor da libertação de Lula, já que nas pesquisas diz que o prefere na presidência da república.

A luta pela organização do povo, fonte constitucional do poder, este vilipendiado e prostituído pelo judiciário e pelos golpistas em geral, cabe às centrais sindicais, aos sindicatos e aos partidos com o apoio das organizações populares que abundam em todo o país.

Uma vez que a responsabilidade pelo levante popular não é assumida por quem de direito e de dever, pessoas como Edson Fachin, Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e outros delinquentes se sentem tranquilos para trair. Assim, sem preocupação,  fazem jogatina e manobras como bem entenderem para retirar o processo da segunda turma do STF, onde Lula seria liberto, para, em conluio criminoso e marginal com Cármen Lúcia, a indigna ministra presidenta do Supremo Tribunal Federal, que de “supremo” nada tem e que de tribunal virou curriola de golpistas de má fé, jogar no plenário do STF, onde as raposas abocanham a justiça e a verdade, completamente capengas,  de pernas quebradas e desnutridas já que o povo foi paralizado e imobilizado.

Receio que o povo acabe por se desiludir com suas lideranças trabalhistas e políticas,  caia definitivamente no niilismo alienado e nunca mais se levante do estado anti cidadania.

Ou, quando o povo descobrir que suas lideranças dão de ombros com seu compromisso mobilizador e, com isso, no fundo, formam o material para a traição e para o golpe que gera desemprego, pobreza, miséria e alienação porque tudo o que poderia servir ao nosso povo para melhores e mais justas condições de vida,  é roubado e pilhado pelos poderosos, que deitam e rolam sobre a inércia, entre em desepero agindo aleatoriamente sem estratégia, exposto à violência brutal dos que golpeiam o Estado.

Isso redundará em abando de Lula pelo próprio povo. Manifestações izoladas aqui,  acolá e vigílias no acampamento Marisa Letícia se esgotam como a água, se não houver irrigação popular.

Essa luta não passa pelas eleições de 2018. Pelo contrário, as eleições passam pela luta altiva, forte, grandiosa, generosa e educativa.

A luta pela libertação de Lula é essencialmente política mais do que judicial. Portanto,  é profundamente injusto que o povo dela não participe. E cobrará em breve por essa omissão profundamente pecaminosa!

Quem viver verá!

Leia abaixo a notícias editada pelo site Brasil 247.

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247 A defesa de Lula requereu à Segunda Turma do STF no final da noite desta quarta ontem (27), por meio de reclamação constitucional, que revise a decisão do ministro Edson Fachin que retirou da pauta a análise do pedido de liberdade do ex-presidente.

A defesa de Lula contestou a inciativa de Fachin sob a ótica da garantia constitucional do juiz natural e também porque o ministro não teria demonstrado a presença de quaisquer das hipóteses que o Regimento Interno do STF autoriza o Relator a submeter o caso ao Plenário (art. 22), informa o advogado Cristiano Zanin.

A peça questiona o STF a razão pela qual somente os processos contra Lula com a perspectiva de resultado favorável no órgão competente – a 2a Turma – são submetidos ao plenário. O pedido de liberdade de Lula estava pautado para ser julgado na 2a. Turma na última terça-feira (26.06) e não foi analisado em decorrência da decisão do ministro Fachin.

O pedido de liminar deverá ser analisado por um dos ministros da 2a. Turma do STF, conforme prevê a lei (CPC, art. 988, par. 1o).

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