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A esperança da libertação do Brasil e dos direitos da classe trabalhadora passa pela greve geral

Foto: Cut/RS Divulgação

Sempre dissemos aqui no Cartas Proféticas,  como o fazemos na luta cotidiana no enfrentamento do neoliberalismo destroçador dos direitos, da justiça econômica, social e da paz, que o único caminho para barrar o golpe de Estado, com suas dramáticas conseqüências para todos nós e para o Brasil,  é o da resistência organizada e a mobilização do povo e seu núcleo principal, a classe trabalhadora.

Porém, a luta é extraordinária força que não nasce nem cresce somente a partir e com a vontade das lideranças dos sindicatos e dos partidos.

A luta,  que passa por greve tremendamente organizada,  tem que acontecer a partir da experiência que a classe trabalhadora faz ao se deparar com o fracasso e a opressão que os poderosos impõem a ela.

A classe trabalhadora,  que foi cooptada pelo fascismo, pelo discurso enganoso e satânico do mercado, que rouba todos os direitos e a própria vida, se dá conta de que foi enganada e se revolta partindo para a greve geral real.

A outra conexão que a greve precisa fazer é de que  transcenda a idéia de parar e a boa vontade de que tal aconteça. A greve precisa acontecer objetiva e concretamente em algum lugar e tomar conta de todas as categorias de trabalho,  até parar o país, alicerçada na unidade profunda sobre fundamentos essenciais, deixando em segundo plano as divergências.

Felizmente essas duas etapas se organizam rapidamente para que todos os segmentos da classe trabalhadora construam com  êxito retumbante a greve geral no dia 14 de junho.

O Brasil parará para ser retomado com mais luta até destroçar a espinha dorsal do neoliberalismo, egoísta, estúpido, perverso e assassino.

Leia abaixo a belíssima notícia sobre a antecipação da vitória da greve geral.

Acesse, leia e compartilhe:

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Sindicatos ampliam adesão à greve geral do dia 14

Em reunião ocorrida na manhã desta terça-feira, 4, na sede da Fecosul, em Porto Alegre, a CUT-RS e centrais sindicais avançaram na organização e mobilização da greve geral de 14 de junho contra a reforma da Previdência proposta à Câmara dos Deputados pelo governo Bolsonaro. Participaram dirigentes da CUT, CTB, UGT, Força Sindical, CSP-Conlutas, Intersindical, CGTB, CSB e Pública, além de representantes das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, do MST, do movimento estudantil e das pastorais sociais da CNBB.

Várias categorias já confirmaram a paralisação: Metroviários, Assufrgs, Sindicato dos Servidores do MPE/RS, Sindicato dos Trabalhadores da Justiça Federal, Petroleiros, Cpers, Sindsepe/RS, Sindicato dos Servidores da Previdência Social,Sindicato dos Eletricitários do RS. De a cordo com a CUT/RS muitas assembleias seguem em andamento ou por acontecer.

“As grandes manifestações em defesa da educação, promovidas nos dias 15 e 30 de maio, retomaram o protagonismo da juventude no cenário político e contribuíram para tirar a greve geral da clandestinidade, uma vez que a mídia hegemônica, comprada pelo mercado financeiro, ignora a resistência contra a reforma da Previdência”, afirmou o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.

“Mas temos que ampliar a convocação para realizar um movimento organizado, forte e coeso para derrotar a proposta do Bolsonaro e preservar a aposentadoria do povo brasileiro”, destacou.

A reunião contou com a participação de Gabriela Silveira, representante da União Nacional dos Estudantes (UNE), e de Jerusa Pena, representante da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES).

“A juventude está com espírito de mobilização”, falou Jerusa. “Quem foi às ruas nos dias 15 e 30 de maio pela educação, estará na greve geral do dia 14 contra a reforma da Previdência.” Gabriela afirmou que “o desmonte da educação e da Previdência não são coisas separadas”. Por isso, ela disse que “estamos à disposição para dialogar com a população, pois temos que seguir unidos na defesa do País”.

NACIONAL – A CUT e demais centrais sindicais – Força Sindical, CTB, Intersindical, CSP-Conlutas, Nova Central, CGTB, CSB e UGT -, além das frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, também realizaram plenária nacional na noite do dia 4 em São Paulo para organizar a greve. A atividade reuniu cerca de 300 pessoas no Sindicato dos Químicos. As entidades decidiram ampliar assembleias com as categorias em todo país, organizar plenárias nos bairros e intensificar as ações.

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