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A mídia boa moça trata o miliciano Jair Bolsonaro como um governo perdido e não como golpista, fascista, traidor e assassino

Por Dom Orvandil.

Todos os sites, neste amanhecer de segunda feira do fatídico dia 23/12  do ano de 2019, analisam os editoriais  dos jornalões  O Estado de São Paulo e O Globo e tratam o criminoso vertido das organizações criminosas mais sanguinárias do Rio de Janeiro de presidente de um governo perdido.

Leia e compartilhe, também: "De que vale a preocupação com o desgaste do marreco de Maringá se o delinquente não fugir do navio como um rato?"

O editorial do jornal da burguesia branca e escravocrata diz, numa linguagem cheirosa, em desrespeito à paciência desmedida dos milhões de desempregados, dos que passarão  tristeza e amarguras durante as festas do natal do mercado, dos que morrerão sob as balas perdidas dos milicianos, cabos eleitorais e eleitores do marginal que aportou na presidência,  das árvores incendiadas na Amazônia,  que caem em chamas sobre indígenas, quilombolas e ribeirinhos, diz para nossa irritação que “o governo do presidente Jair Bolsonaro não tem política ambiental. Não sabe o que fazer para interromper a destruição da Amazônia e de outros biomas, nem demonstra disposição genuína de fazê-lo”, bla,  bla e bla o Estadão.

Nesse mesmo dia em que os jornais tratam um projeto deliberado,  assumido  pelos mafiosos dos mais brutais traidores da pátria e sanguinários, com Jair Bolsonaro à frente, apesar de mais assustadora mediocridade de que é determinado, o jornal estadunidense New York Times capta, como numa foto em detalhes,  o que é essa excrescência do mercado no governo ao se referir às milícias. “Operam nas sombras da repressão do governo brasileiro” e que os assassinatos são “estimulados pelo presidente Jair Bolsonaro e por sua afirmação de que criminosos devem morrer como baratas”, diz a reportagem do Times.

O jornalista Nelson de Sá comenta esta reportagem numa linguagem mais próxima da verdade e da indignação ao analisar a ratazana dos porões do desgoverno Bolsonaro: “parte esquadrão da morte, parte crime organizado, suas fileiras estão cheias de policiais de folga e aposentados que matam à vontade, muitas vezes com total impunidade”, escreve em sua coluna.

“Alguns membros de milícia são abertos sobre suas motivações criminosas, cobrando altas somas ao estilo da máfia”, para fornecer suposta segurança ou para conceder permissão para “atuar no comércio local”, indica em sua coluna.

Portanto, essa linguagem ideológica dos bons moços da mídia, nenhum milímetro próxima dos gritos de dor e dos palavrões dos desempregados, dos indígenas com lideranças assassinadas, dos parentes das vítimas da política dos esquadrões da morte, projeto deliberado e decidido nos laboratórios das potências da guerra e aplicada no Brasil pelo mercado que ampara e segura o miliciano Jair Bolsonado nos seus crimes enquanto ofende, incendeia e mata o Brasil, só ajuda a encobrir a verdade, favorece a manipulação e desmobiliza a população, fazndo-a crer que tudo não passa de engano e de extravio político.

Conscientizarmo-nos de que fomos enfiados numa grande roubada e impormos, mobilizados e organizados,  a linguagem das vítimas, dos traídos e dos em processo de destruição é nossa saída única.

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2 Comentários

  1. […] Dom Orvandil em A mídia boa moça trata o miliciano Jair Bolsonaro como um governo perdido e não como golpista, fa… […]

  2. Os falsos "bons modos" da mídia sem vergonha não escondem a repercussão internacional de que Jair Bolsonaro é o mais perigoso assassino e bandido a serviço dos piores projetos de matança no Brasil. Acesse e compartilhe o link do Cartas Proféticas: http://cartasprofeticas.org/a-midia-boa-moca-trata-o-miliciano-jair-bolsonaro-como-um-governo-perdido-e-nao-como-golpista-fascista-traidor-e-assassino/

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