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A oração de Edir Macedo por Jair Bolsonaro é herética, mesquinha, neoliberal e charlatã

Cabe alertar que este blog não é confessional também não ataca intolerantemente confissões nem segmentos religiosos, principalmente quando expressam a alma, a cultura e a fé justas de nosso povo.

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Nosso objetivo é analisar as tramas econômicas, ideológicas e políticas de todos os eventos que exercem influência opressora, injusta e desumana sobre nosso povo e os povos. Evidentemente que nos somamos à luta cotidiana para libertar nosso país, nossa classe trabalhadora, os pobres e a produção com distribuição de renda e de riquezas.

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A análise do discurso de Edir Macedo, empresário dos ramos religioso e das comunicações,  falsamente tomado como oração, não se prende  à  nenhum ato de intolerância religiosa e agressão a líderes religiosos e suas confissões.

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Não é demais reafirmar que qualquer palavra e  ato considerados religiosos, que transcenda os limites da confissão do agente,  para se referir ao país e ao poder laico, interferem nos interesses e necessidades sociais e carecem análise e reflexão.

Este é o caso da dita oração do senhor Edir Macedo, dono das empresas Reino Universal de Deus e Record.

Como se sabe, Macedo “inventou” ou copia uma tal de teologia da prosperidade, que de teologia nada tem e de prosperidade somente a dele, de seus “bispos” mais próximos e familiares, dos bancos, empresas dele e do mercado neoliberal e assassino.

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Por detrás da pseudo oração do empresário golpista e neoliberal, Edir Macedo, move-se a concepção do deus não cristão, mas o do mercado, o que compete com a medicina, com a ciência e com a indústria farmacêutica.

O deus a quem ora Edir Macedo é o que se amesquinha e se enreda nas  maldades e desgraças causadas pelo mercado neoliberal, do qual  sua falsa teologia da prosperidade é azeite para amaciamento do paladar das massas exploradas e massacradas pelos desempregos e falências.

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A charlatanice da falsa teologia da prosperidade dos coronéis donos de igrejas, de TVs, de rádios, de jornais, de aviões, de fazendas, de mansões de luxo, de passaportes diplomáticos e de bancos, como é o caso do curandeiro Macedo, é item importante no golpe promovido por corporações americanas e israelitas, na  retomada do inferno no Brasil com o golpe de 2016 e com as eleições mentirosas, manipuladas e sujas que levaram o laranjal e miliciano Jair Bolsonaro ao governo.

Com o desespero pelo levante nacional e pelo despertamento do vulcão popular, que carrega as sementes da revolta contra o golpe, os golpistas e o próprio sistema neoliberal, amado por charlatões e picaretas que usam a religião como mecanismo de enganação e destruição do poder de resistência do nosso povo, vítima da colonização, da escravatura e do capitalismo ao lado de cujo espírito o senhor Edir Macedo está e, como câncer, se alimenta, grita pela ajuda do deus dele.

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Li no site Brasil 247 que Edir Macedo orou, numa das seções de culto ao mercado (sou eu que afirmo isso), pelo Jair Bolsonaro, que corre riscos de ser derrubado.

Além do tipo irrefletido e sem nexo lingüístico do tipo de oração fanática e hipócrita, Edir Macedo mente já no início dessa coisa que ele chama de oração. Ora, por qual país ele ora? O palavreado dele já afirma que é o pais “nosso”. É evidente que esse o “nosso” é o dele, para o mercado a favor dele, para as luxúrias dele e quintal do imperialismo, a quem ele serve e paraíso onde o deus dele mora e onde Macedo tem mansões e templos luxuosos.

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Mas a falácia charlatã transversa e continua na oração do coronel da Record. Refere-se a “um político que se levanta querendo ajudar…”. Ele se refere ao miliciano Bolsonaro. Ora, a quem Bolsonaro quer ajudar? Os trabalhadores? Os pobres? A agricultura familiar? Ao empresariado produtivo que quer renda, emprego, saúde, educação, segurança sem venda de armas etc?

Os semelhantes se atraem pelas mesmas jogadas e interesses injustos, desumanos e cruéis. Ajudar, verbo que designa o que Edir pensa de Bolsonaro, demarca o campo picareta, laranjal e ideologia mercantilista de ambos. Os dois vivem à custa do trabalho alheio, da pilantragem a favor do roubo do suor dos trabalhadores, da destruição de sua resistência e dos seus direitos.

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Quem luta para expulsar os vendilhões, como Jesus o fez com os mercadores do legítimo templo de Salomão, construído debaixo de muita exploração e sacrifício dos escravos e com negociatas com os persas, são agredidos pela oração herética do coronel Edir Macedo e chamados de ladrões, bandidos, safados, salafrários, numa verdadeira inversão de análise e projeção psicológica nos outros do que habita a alma e agenda do charlatão.

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Adiante,  Edir Macedo entrega sua mesquinhez ao orar ao deus do mercado, que seu presidente rezou como “Deus acima de tudo”, quando diz “mas o senhor conhece aqueles que …quer ajudar o seu povo”. Que povo é esse a que se refere o bufão da prosperidade dos milicianos, dos laranjais e dos adeptos da falsa teologia da prosperidade? Esse povo é o gado a cabresto, que se deixa manipular com o comércio falsamente religioso de curandeirismo e de venda de orações, de água do rio Nilo, de pedaços da cruz de Jesus, de olivas do Jardim das Oliveiras e de outros amuletos e fetiches medievais, usados como produtos de enriquecimento imoral e ilícito do apoiador do fake news, que idolatra torturadores, assassinos e armas para crianças e machistas que matam mulheres por causa de ciúmes  e de inveja.

Investido de medo, de ódio  e expelindo sangue pelos olhos e pela boca, em sua oração charlatã, Edir Macedo chega ao cúmulo de pedir ao deus dele que remova “aqueles querem impedi-lo – Bolsonaro, o messias dos loucos e picaretas – de fazer um excelente governo”.

Excelente governo para quem, cara pálida? Ora, para os interesses dos Estados Unidos a quem Bolsonaro declarou amor e a cuja bandeira bateu continência, enquanto prostitui a do Brasil. Como o coronel dono da empresa Universal segue a trilha e a agenda neoliberal, a oração é pelo descarrego da consciência de luta do povo e pelo carrego sujo do governo que favorece os bancos e a pilantragem financeira.

Daqui e junto que o povo faço a oração da luta coletiva da mobilização, da coragem, da ousadia de mudar, de transformar essas estruturas iníquas, perversas, cruéis e assassinas dos direitos sagrados dos trabalhadores.

Minha oração é da esperança na marcha pela libertação do nosso na construção de um país e de relações fraternas onde não haja terreno para o nascimento de ervas daninhas, venenosas e desumanas como criminosos do naipe de Bolsonaro, Moro, Guedes e Macedo.

  • Leia abaixo a oração escárnio e herética do “seo” Edir Macedo, publicada pelo site Brasil 247.

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“Vamos orar pelo nosso país. Quando se levanta um político querendo ajudar, os bandidos, ladrões, safados, salafrários se unem para derrubá-lo. Mas o Senhor conhece aqueles que são justos, que querem ajudar o seu povo. Então te peço, meu Pai, por esta nação: nós elegemos Bolsonaro, então seja justo com ele, meu Pai”, disse Macedo, outrora aliado dos governos dos ex-presidentes Lula e Dilma, ambos do PT.

“Remova aqueles que querem impedi-lo de fazer um excelente governo. Ele pegou esse país, meu pai, falido, quebrado, assaltado, roubado, espoliado, desgraçado, para mudar a história dele, meu pai. Então eu te peço, fortaleça, meu pai, o Bolsonaro, como também o Crivella, que está enfrentando o impeachment do inferno, porque ele quer fazer o que é certo e acabar com as mamatas que vêm se perpetuando de governos passados. Os bandidos, os ladrões, os assaltantes do teu povo”, orou Edir Macedo.

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