Pais adotivos

A paternidade é missão social

Ser pai não é de consequências individuais, que dependem da vontade de um homem.

No capitalismo ser pai é ser reprodutor de vidas refinadas puro sangue para serem entregues à máquina trituradora do mercado.

O Estado dominado pelo percado isenta-se irresponsavelmente da função social da paternidade e da família. Porém, exige produto final acabado e de excelente qualidade para suas funções produtivas e desumanas.

Ser pai que ama, que luta pelas transformações sociais e políticas é desafio gigantesco, geralmente rechaçado por modelos conservadores de família. Estes são  meros repetidores de relações de submissão, de preconceitos, de discriminações e reforçadores da desastrosa alienação que fulmina o amadurecimento das futuras gerações e seu engajamento na luta pela realização dos sonhos de justiça e de liberdade sociais.

É sugestivo o excelente artigo de Adriana Franzin – repórter da Agência Brasil, transcrita pelo site Brasil 247, sobre a questão da adoção de crianças por parte de  casais héteros e homossexuais.

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