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A polícia assassina, chacineira e genocida do RJ é a cara do Estado invadido pela burguesia

O jornalista Igor  Mello do UOL, no Rio, sintetizou levantamentos de crimes cometidos pela polícia no Rio de Janeiro, que bem poderia se dizer que reflete o que os tais “homens armados do Estado” fazem contra o povo carioca e o brasileiro. Outros dados demonstram que a covardia policialesca derrama  o sangue dos pobres, jovens, negros e negras, principalmente dos favelados.

Os abusos dos criminosos que ostentam fardas, armamentos e salários pagos pelas pessoas, as mesmas que  perseguem e matam,  correm ao arrepio das próprias leis burguesas com alterações de senas dos crimes, com vinganças e chacinas contra pessoas desarmadas.

Igor intitulou  sua reportagem de maneira a demonstrar desde o início a guerra com ódio de um lado só quando “em 15 anos, Rio teve quase 2.000 mortos em mais de 480 ‘chacinas policiais’, manchetou.

Essa fúria desvantajosa às vítimas tem como comando pretensamente cabeças marginais às  polícias, vindas do mercado, dos negócios com o trafego de drogas, tudo com ações eivadas de pobrefobia e de racismo.

Mello não diz em sua reportagem que o ódio aos pobres e aos negr@s, abandonados desde a alforria porca promovida pelos interesses internacionais e pelos acordos com os proprietários indenizados, jogando os “alforriados”  na miséria e no abandono de tudo, é estruturado econômica e politicamente no Estado com o objetivo de humilhar os ex escravos. Esse ódio de classe é condição de ordenamento social,  com os ricos e brancos bem situados geográfica e politicamente, enquanto os negros foram removidos da casa grande como que para uma senzala piorada nos morros e vales,  sem quaisquer condições humanas de vida digna e de segurança, como nos ensina o Sociólogo Jessé de Souza.

Os números pesquisados pelo repórter Igor Mello são válidos como fotografia do horror econômico e político dessa burguesia que, em seus bacanais de fim de ano, hipocritamente deseja feliz natal aos pobres.

Desde 2007, as forças policiais do Rio de Janeiro foram responsáveis por 482 operações com alta letalidade na região metropolitana, com um saldo de 1.962 mortos (veja gráfico abaixo). Só nessas ações ocorreram 15% de todos os homicídios por intervenção policial no Grande Rio nos últimos 15 anos.

Os dados constam em um levantamento feito pelo Geni (Grupo de Estudos de Novos Ilegalismos), que reúne pesquisadores de segurança pública da UFF (Universidade Federal Fluminense), com exclusividade para o UOL”, sintetizou Igor Mello.

Outras informações da matéria em referência reforçam a minha hipótese sobre o terror de Estado praticado pelos policiais a serviço dos interesses classistas da burguesia dominante.  A conclusão do sociólogo entrevistado por Igor é reveladora.   “Renato Sérgio de Lima, presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Rio destaca que a difusão de fuzis nas mãos de criminosos e policiais cria um cenário de instabilidade maior. O sociólogo pondera contudo que o estado vive um período de retrocessos e descontrole das forças policiais.

“Em termos de política de segurança, esses dados mostram que todas as tentativas de fazer o controle do uso da força por parte dos governos fracassaram. Ou, ao contrário, os governos incentivaram esse padrão. Não é normal ter quase 2.000 mortos nessas ações”, afirma.

“Não é uma questão de falta de preparo ou de protocolos. É uma decisão de as corporações tornarem padrão esse tipo de operação. Passam a considerar que essas 2.000 mortes são um dano colateral aceitável, e não são,” acertou o sociólogo Renato Sérgio de Lima.

Tanto no Rio quanto nas outras unidades federativas brasileiras, principalmente nos Estados totalmente controlados por governadores ideologicamente sustentados pela direita e pelo fascismo, os policiais são assassinos, chacineiros e genocidas. Eles, diante da opinião pública através dos meios de comunicação,  fingem seguir as leis vigentes, as que orientam o judiciário em suas julgamentos. Porém, subterraneamente, seguem leis absolutamente marginais e delinquentes, com pleno conhecimento e rendimentos aos seus governadores e parlamentares, a quem o jornalista apelida de autoridades.

Vivemos sob o regime do sangramento dos pobres, dos trabalhadores, dos negros, dos LGBTQIA+ e dos que se opõem ao banditismo padronizado como modo de fazer “segurança” como política pública.

Portanto, este problema é mais um entulho da morte a ser removido por amplas mobilizações populares na ruptura com o regime capitalista e na implantação de outro mais justo, que desenvolva segurança pública principal e prioritariamente às vitimas dos atuais bandidos fardados, tratado com pobres, a pobreza e a miséria como problemas de polícia.

Quem viver verá!

Abraços proféticos e revolucionários,

Dom Orvandil.

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