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A psicanalista Maria Rita Kehl equipara Adélio Bispo de Oliveira a Bolsonaro

A Psicanalista Maria Rita Khel, ex-integrante da Comissão Nacional da Verdade, autora de “Bovarismo Brasileiro” (Estação Liberdade), portanto,  uma pensadora competente e recomendável, compara corretamente as psicopatias de Jair Bolsonaro e  de seu apunhalador Adélio Bispo de Oliveira.

A teoria psicanalítica conceitua que todos nós temos mais ou menos traços de psicopatia. É “normal” sermos psicopatas em certa medida. Mas quando um candidato a presidente “brinca” num comício, agarrado a um equipamento pedestal de som,  dizendo que matará todos os petistas do Acre e, até mesmo muito mal num hospital ainda faz seu gesto marca de atirar,  aí a psicopatia escapa de seus limites para se tornar loucura, e das bravas.

Maria Rita Khel, profunda porque estudiosa, mas simples em suas coloções públicas, não vê a loucura de Jair Bolsonaro como evento solto, sem raízes e galhos frondosos onde se dependurar.

O canastrão, vítima de seu próprio ódio, infelizmente ativado como desespero por um negro pobre, trabalhador e sensível, mas com os mesmos traços do psicopata, existe sustantado por toda a onda de fascismo que engorda na Europa e invade o Brasil.

Quando juizes traem o cerne sadiu da justiça para perseguir pessoas sem culpa e sem provas, como o fazem com Lula, agora preso perseguido por ser líder popular respeitado em todo o mundo; deixam livres ladrões dos mais compostos com a burguesia mais desumana do mundo, a brasileira; quando deixam o racismo, o machismo que vitima mulheres indefesas dentro de suas próprias casas, como o STF fez ao não condenar Jair Bolsonaro; quando permitem os crimes da Globo que incentiva a guerra através de seus filmes e novelas, privilegiando a “arte” de matar pobres e negros; quando padres, pastores e juízes tiram fotos com armas pesadas nas mãos ao lado do não menos psicopata Olavo de Carvalho; quando uma quadrilha das mais desqualificadas eticamente em relação a quelquer pessoa que tenha roubado uma galinha para se alimentar dá um golpe desgraçado no Estado brasileiro com o objetivo de assaltar o pais, pisando nos direitos sociais, então vivemos num ambiente propício para a perda de limites da pscicopatia e para a nossa loucura da cada dia.

Adélio Bispo de Oliveira se desesperou indignado com os ataques nazistas de um candidato psicopata,  que todos os dias derramou bilis de ódio,  humilhando quilombolas, negros, idígenas, gays e os próprios trabalhadores, a quem ameçou de extinguir os sindicatos e centrais sindicais.

É de sentir dor por Adélo de Oliveira, por um irmão brasileiro se desesperar,  imerso numa circunstância marcada pelo ódio de Bolsonaro a serviço da mais santânica “elite”, a brasileira, ladra através da mais valia e insensível politica e socialmente.

Adélio fez pelas próprias mãos o que muitos pobres fazem, desesperados e acuados por essa circunstância analisada por nosssa respeitada Psicanlista e porfessora da USP, onde e quando não impera a racionalidade e o respeito.

“Adélio Bispo cometeu um crime e, também, uma burrice. Contribuiu para transformar um defensor do estupro e da violência em vítima. Mas o rapaz vai pagar por seu crime –o que é justo. Ou não? Afinal, o crime que cometeu é do mesmo tipo que sua vítima alardeia. Em campanha presidencial. Impunemente”, escreveu Maria Rita Khel em artigo na Folha de São Paulo, intitulado “Você tem medo de que?” (clique para ler).

O caminho mais correto, contudo,  é o apontado por Karl Marx: “se as circunstâncias são desumanas, mudemos as circunstância.”

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