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Abacaxi para o Brasil é ter na presidência um miliciano, oportunista e inimigo da pátria

Jair Bolsonaro disse  na saída de sua fracassada e inútil visita à Israel, para apoiar o seu amigo e inimigo dos povos, Benjamin Netanyahu, primeiro ministro sionista de Israel, que “imagina ficar o tempo todo com esse abacaxi”. “Com esse abacaxi, não, com essa quantidade de problemas nas costas. A gente vai tocando o barco”, referindo-se à presidência da república.

Porém é o inverso, o abacaxi é ele para o Brasil.

Quando a crise orgânica do capitalismo desceu como estouro de barragem, com todos os rejeitos mortíferos do desemprego, de injustiças, de golpes e de ruptura da democracia, o abacaxi Jair Bolsonaro se colocou como um dos piores afogamentos dos direitos do povo.

Parlamentar, naquele contexto sombrio e fatal de articulações satânicas para derrubar o governo da presidente Dilma e colocar na presidência um delinquente, um ladrão e corrupto que assalta os cofres públicos há 40 anos, o deputado Jair ao invés de se colocar ao lado do povo para defender patrioticamente a democracia fez o contrário: assumiu um lugar ao lado de assassinos, torturadores, golpistas e ajudou a romper com o ordenamento democrático. Deu passos largos no rumo de se tornar o maior abacaxi para o Brasil e vergonha internacional.

Durante a campanha eleitoral ofendeu quilombolas, os pobres, a paz e a democracia com agressões racistas e de baixo calão, mostrando o quão são mal cheirosas as cascas do abacaxi que ele é juntamente com os seus filhos e a gangue de milicianos que representam.

Durante a campanha mentiu sobre facada, sobre atestados médicos, sobre febre, tudo para fugir de debater com o país o governo que pretendia fazer. Fez pura campanha abacaxi.

Na presidência submeteu a instituição Presidência da República a estupros políticos ao se render às mentiras e chantagens do comparsa do Norte, Donald Trump, rendendo a soberania nacional à pirataria internacional. Jair Bolsonaro e sua família queiroguiana são mesmo abacaxis espinhentos, pesados e mal cheirosos.

A atuação do capetão no Twitter é pior do que a de marginal: posta vídeos pornográficos de ofensas à cultura do carnaval e ofende, com os filhos mimados e usuários de cargos públicos, a honra de nosso país.

A desgraça é que o abacaxi que chegou com uma gangue ao Palácio do Planalto não guarda nenhuma relação com a fruta maravilhosa. A fruta é rica em nutrientes e remédios naturais que combatem anemia, gripe e fraquezas. Já o capetão só faz mal à honra nacional, à economia, à cultura, ao fazer político, à paz, ao povo e à democracia.

Nossa bênção é que ele cai rapidamente nas pesquisas de opinião com o deslocamento dos enganados, enrolados e manipulados pela mídia, pelas igrejas e pelos golpistas.

Evidentemente que já é previsível que em breve se coloque esse abacaxi não somente fora do governo, mas na cadeia para que pague pelos crimes de traição e lesa pátria.

É preciso que nosso povo junte todas as mobilizações que já tomam conta do país para, não só jogar esse abacaxi fora,  mas para cortar todos os  brotos para que não cresçam, levando nosso país a desgraças ainda maiores.

Um dos antídotos para a varredura dessa lavoura de abacaxis é Lula Livre!

Dom Orvandil.

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