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Ao sair da visita à Lula Noam Chomsky fala sobre a impressão do grande homem e da encruzilhada do Brasil

Como profeta sábio, Noam Chomsky saiu da visita ao ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quinta feira, 20 de setembro de 2018 na prisão do nazifascista Sérgio Moro,  com uma mensagem criada e alimentada por uma história de 20 anos.

Impressionante, nunca se ouviu falar que um preso político condenado por ser bom, justo e por ser líder comprovado em todas as pesquisas de opinião no Brasil e no mundo fosse tão visitado por personalidades braseileiras  e internacionais, amigas do direito, da justiça e da democracia popular, como o é Lula.

Em contrapartida, o seu executor, o filhote da ditadura, filho de papai, o mimado, o serviçal das corporções americoeropéias não recebe visita importante. Pelo contrário, Sérgio Moro, o fascista no judiciário, se arrasta lambendo as botas dos porcos americanos, geralmente viajando com dinheiro público brasileiro. Certamente,  o grande intelectual e linguista Noam Chomsky jamais o viistaria por considerá-lo perda de tempo, um inquisidor que, ardendendo de ciúmes e de ódio reacionário,  persegue o maior líder popular do Brasil e do mundo.

Após o encontro, Chomsky realizou o papel de pesquisador sério, ao contrário da sujeira que faz a lava jato e os seus patetas analfabetros políticos. Ao dar entrevista, fez crítica ao papel manipulador imundo da mídia tradicional,  que requenta mentiras contra o ex presidente e reitorou  o direito de Lula participar das eleições.

“Foi uma experiência maravilhosa. Não é todo dia que se encontra uma figura extraordinária do século 21. E por direito ele deveria ser o próximo presidente do Brasil”, disse o grande pensador sério Noam Chomsky.

“Eu lembrei a ele que quando nós encontramos, ele disse que nunca pensou que pudesse ser eleito. Ele foi eleito e fez coisas maravilhosas, e isso é uma indicação do que pode acontecer no futuro”, relembrou. “Lula é uma fonte de energia, estar com ele é uma experiência ótima. Aconteceu na última vez que nos encontramos e aconteceu hoje. Para o Lula, não parece que isso seja uma sentença, mas sim que esteja preparado e, com a ajuda de vocês, pode se tornar realidade”, refletiu.

Chomsky disse também que nós não deveríamos esperar uma liderança da classe intelectual. “As lideranças vêm de pessoas como os movimentos populares. Quando eles crescem, os intelectuais algumas vezes se unem aos movimentos. Por exemplo, os direitos civis nos Estados Unidos não começou com intelectuais, começou com alguns estudantes negros se sentando em lanchonetes”, afirmou.

Falando  à Vigília Lula Livre, logo após a coletiva de imprensa, Chomsky analisou  o momento atual no País como um “terrível período na história do Brasil, que pode se tornar num declínio permanente ou no colosso do Sul, como foi anunciado há um século”. O que disse  Chomsky é de emocionar pelo sentido do desafio conjuntural e histórico que a realidade impõe ao povo brasileiro fazer nas eleições de 7 de outubro:  “escolha importante historicamente”.

Noam Chomsky afirma a necessidade de reconstruirmos o sentido de justiça emergindo do povo, já que o judiciário brasileiro escolheu esculhambar com as leis para fazer a vontade dos poderosos das corporações do petróleo, que mandaram um criminoso de guerra ao Brasil para enquandrar e manipular nossas forças armadas a favor de suas vontades contra nossos interesses. As eleições desse ano contam com nossos cérebros e com nossas mãos para a mudança de rumo desse cenário.

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