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Apesar da violência promovida pelo fundamentalismo e pelo fascismo, que se despeja de cima para baixo, deputada de Goiás aprova lei de proteção às mulheres

Vivemos uma conjuntura de extrema e perigosa violência. Esta se tornou política de governo, principalmente do federal com seus preconceitos fundamentalistas, com sua aliança com a indústria e comércio de armas, com a diminuição dos impostos para cigarros, esse veneno de gerar câncer, com os atentados à retirada de investimentos nas áreas vitais das pessoas.

Enfim, telejornais sangram cada vez mais como boletins policias, fazendo dos problemas humanos, econômicos e sociais casos de polícia, notadamente com o sangue dos pobres, dos negros e das mulheres, cujo feminicidio aumenta assustadoramente, com mães tombando à frente de seus filhos, fulminadas por homens que dizem amá-las.

A indústria da morte com atos incentivados de matança parece impor modelo sem volta e inamovível.

O capitalismo que se decompõe em mau odor impõe o ritmo assassino.

Porém, a morte em sua cavalgada não corre sozinha.  A vida é mais forte e enfrenta a insanidade mortal.

Nesse sentido a Deputada Estadual Delegada Adriana Accorsi – do PT de Goiás – como que brada pela vida. Na Assembleia Legislativa conseguiu articular, aprovar por seus pares e fazer virar lei a Política de Atendimento à Mulher Vítima de Violência.

Esta lei enfrentará a sociedade machista amparando as mulheres vítimas de violência.

O Estado de Goiás é eivado de abusos, violências e morte de mulheres.  Nesse sentido esta lei é proteção das vítimas e também valor de denúncias.

“A lei pretende aperfeiçoar os serviços especializados de atendimento à mulher vítima de violência, no âmbito da saúde; promover a autonomia da mulher nos âmbitos pessoal e social e garantir a igualdade de direitos entre mulheres e homens”, diz a assessoria da Deputada Ana Accorsi.

Mas a lei vai além da intenção do atendimento às mulheres vítimas de violências. “… também determina a instalação de centros avançados para acolhimento da mulher vítima de violência, os quais atuarão de forma conjunta com as Delegacias Regionais da Polícia Civil e em parceria com municípios e entidades da sociedade civil”, completa a nota do mandato da Deputada

O Cartas Proféticas saúda esta iniciativa da Deputada Delegada Adriana Accorsi e conclama a que as mulheres e os movimentos sociais pressionem pela aplicação da lei, por recursos e pela concretização na defesa das mulheres.

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