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Apesar das densas trevas do massacre no Brasil que somos, a esperança pede passagem na voz dos estudantes

Aqui no Cartas Proféticas vemos as notícias mais do que as informações que a mídia burguesa repassa,  com meros interesses comerciais e empresarias. Buscamos as  associações dos fios que tecem a realidade e com as contradições que existem no inferno de que somos vítimas desde 2016, com o golpe de Estado que avança com a implementação de programa antipatriótico, anti economia nacional e anti popular.

Ressaltamos que o massacre dos poderosos não  é retilíneo nem absoluto. Como dizia Tchê Guevara, “os poderosos podem pisar nas rosas, mas não impedirão a primavera”. A realidade e a força de nosso povo são infinitamente maiores do que a covardia insana dos abutres que pensam ganhar com traições à pátria e com a destruição de todos – TODOS – os nossos valores humanos.

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A esperança que se viu nos estudantes universitários representados pela sua entidade, União Nacional de Estudantes, é síntese do que ocorre nos movimentos sociais e na resistência do povo brasileiro, que não baixará a guarda na luta.

Já descrevemos aqui o enfrentamento que os estudantes fizeram em Brasília da polícia tosca, estúpida e transversada pelo fascismo que inunda a república.

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Disseram que o presidente da UNE roubou a cena quando enfrentou a molecagem, o assalto e a tirania do trator desgovernado e subinteligente que é Weintraub.

As notícias do dia 17/17/19 de que Iago Montalvão enfrentou o coronel Abraham Weintraub, o bobo do imperialismo, instalado como “ministro” de educação, foram até mal machetadas, confundindo sensacionalismo com as tarefas da luta contra a destruição das universidades públicas  e com ações teatrais, como se a luta,  árdua e sofrida,  fosse mero ato de uma peça para divertir.

Iago gritou, num ímpeto de coragem patriótica, dentro do ministério da educação, tomado por ladrões e covardes, “Ministro, cadê o dinheiro da Educação? O problema hoje é que a universidade não tem dinheiro para funcionar. Muitos estudantes estão desesperados porque não têm dinheiro para fazer pesquisa. Precisamos debater como devolver o dinheiro do contingenciamento”, E continuou o presidente da UNE, hoje a maior autoridade da educação hoje no Brasil, “Como pensar projeto de futuro se no presente as universidades não funcionam? Nós precisamos de ajuda. Precisamos urgentemente de retomar os investimentos na universidade”, disse Montalvão.

Evidentemente que Montalvão, lá dentro daquele ambiente infestado de ratos e assassinos da educação,  ergueu a voz do Brasil , que resiste sem entregar o  futuro representado pela educação, pela pesquisa,  pela qualificação nacional e patriótica de nossa juventude.

Iago Montalvão falou alto, interrompendo as baboseiras e demagogias sujas do entreguista Weintraub, na defesa dos estudantes em estado de desespero pela ameaça do futuro estudantil e cidadão.

Mas Iago repercutiu as vozes das greves da educação, das mobilizações das ruas e na luta de toda a classe trabalhadora. Empunhou a voz com a pergunta que todo o povo brasileiro faz, com gemidos e dores,  mas com a esperança que emana da luta organizada e da resistência mobilizada.

Não roubou cena. Quem rouba são os milicianos, os corruptos, os ratos e criminosos que assaltam tudo no Brasil.

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Cooptados;

Maçã envenenada;

Aparecem as causas da morte de Paulo Henrique Amorim. Lula em risco!

O choro facínora e as lágrimas emocionadas do surdo, cego e injusto Rodrigo Maia.

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