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Argentina acende fogo nas trevas desgraçadas do neoliberalismo. O Brasil será atingido pelo que lá se incendeia!

Nossos irmãos argentinos, latino americanos da terra do revolucionário Ernesto Tchê Guevara e do Papa Francisco,  acendem a luz contra as trevas de destruição lá, no Brasil e em toda a América.

As trevas que se abateram sobre a Argentina não foram leves nem fáceis.

O desemprego galopante subiu  próximos aos 35% da massa social do país. A fome, a miséria e a pobreza foram e são as marcas do neoliberal e traidor Maurício Macri.

O povo ganhou as prévias contra toda a grotesca nevasca neoliberal representada pelo peso diabólico de todo o sistema financeiro internacional, o FMI com sua política econômica arrasa soberania, contra  Trump e toda a gama de piratas internacionais.

Leia também e compartilhe: “O Brasil elegeu um idiota”, mancheteia um dos maiores e mais antigos jornais da Áustria sobre Bolsonaro.

Como no Brasil, a Argentina foi inundada pelo lixo fake news pelo what’s app e pelas redes sociais sob o comando do macaco do imperialismo, Steve Bennon, o mesmo marginal fascista que assessorou o idiota Jair Bolsonaro e seus filhos milicianos. Pois essa borrasca,  avassaladora da verdade, da cidadania e da democracia,  perdeu para o povo que venceu as prévias contra os poderosos, apaixonados pelas riquezas naturais, admiradores da miséria e da pobreza para os trabalhadores  e os pobres.

Ao saber o resultado das prévias, que jogou Maurício Macri na defensiva, o presidente eleito pela propaganda mentirosa do mercado e amigo do idiota Jair Bolsonaro, bem como os ladrões e vampiros do mercado financeiro internacional, chorou e mentiu sobre o peronismo.

O tal de marcado, criador de guerras e das destruições dos países, se desesperou, ficando em pânico com a derrota de seu pupilo Maurício Macri e com a possível volta de Cristina Kirchner e do peronismo ao governo.

É preciso perguntar o que e como aconteceu para que o povo começasse a virada de um quadro tão pesadamente contrário aos interesses nacionais e populares.

Leia a experiência dura mas rica em aprendizado da Psiquiatra Márcia Tigani com um adolescente de família fascista.

 Sabe-se que o mercado neoliberal usa de todos os recursos técnicos e pseudocientíficos mais sórdidos no objetivo  de controlar um regime de escravos calados, com eleições falsas, subornadas e mentirosas. A oligarquia inventa problemas judiciais para perseguir quem se atravessa no seu caminho satânico, manda prender, matar, compra juízes, promotores, mídia, igrejas, tudo o que for preciso para manter a insanidade devoradora dos novos coronéis.

A tudo o povo argentino enfrentou e começou a virar, mesmo a máquina da guerra dominada pelos Estados Unidos.

Como? De que forma? Só pelas eleições e propaganda eleitoral?

Não.

Pelos informes que chegam dos ares gelados de Buenos Aires e de toda a Argentina o “milagre” da virada se deu graças á poderosa construção da união das mais diferentes correntes, que abriram mãos de pontos secundários em busca do essencial: a derrota do neoliberalismo e da busca da dignidade do povo e do país.

Nessa linha, lutando contra a maré de despolitização que agia como vírus na destruição da tradição de “los hermanos”, sempre apaixonados pelo grande debate político, conseguiram unir os grupos peronistas divergentes, buscando o apoio dos comunistas, progressistas, humanistas, intelectuais, religiosos de tradição na defesa dos direitos humanos, sindicatos, centrais sindicais, as Mães da Praça de Maio e todos os setores do boa vontade na edificação do sólido projeto chamado “Frente Para Todos”, que pariu a vitória.

A Frente Para Todos projetou não somente os resultados eleitorais mas um programa de governo para tirar a Argentina da recessão, do desemprego, da miséria, da pobreza e da submissão aos Estados Unidos, negociando que a ex presidenta Cristina Kirchner participasse da chapa presidencial como vice presidenta.

Portanto, a vitória não foi somente resultado eleitoral. Ao contrário, as eleições são resultantes de um projeto construído por amplo debate, negociação e aliança comprometida pelas lideranças,  sem o nefasto e podre mercado.

Outra coisa a assinalar, pelo que se sabe até agora, é que a doença do hegemonismo, isto é, de pessoas, partidos e grupos se acharem melhores do que os outros,  com a imposição de candidaturas sobre os outros,  foi superado.

Estas são lições que devem ser colhidas, trabalhadas, adotadas, melhoradas e aceitas por nós brasileiros.

Precisamos vencer o vício doentio de que há eleições livres e democráticas. Não há. Antes das eleições há um longo trabalho de construção da unidade ampla e sólida a fazer.

Acesse, leia e compartilhe também: Com a cabeça cheia do que recomenda aos brasileiros fazerem dia sim e dia não Bolsonaro desfere mentiras, medos e ameaças sobre a Argentina;

 Glória Maria e Sérgio Chapelin mentem descaradamente no Globo Repórter;

Nas marchas e démarches levaram o Brasil à intermitência mental e intestinal;

O povo nas ruas, o desemprego fulmina, abandono na saúde e na educação, mas quem faz acordo é a elite mafiosa;

Sérgio Moro culpou as mulheres pelas violências que sofrem.

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