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As crises econômica e sanitária em situação genocida o juízo final só aumenta e divide pessoas na ruptura de relações

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Por Dom Orvandil.

Os confrontos com agressões despolitizadas e desrespeitosas por parte de integrantes do gado do Bolsonaro são sintomas do que se escondia na hipocrisia social.

As pessoas de modo geral, em salas de aula nas faculdades, principalmente nas particulares e nas de fundo de quintal mais ainda, quietas e cabisbaixas se comportavam sob uma máscara fingida de sociabilidade. Ao terem dificuldades na compreensão de conteúdos corriam covardes e sem ética às coordenações para se queixarem de professores, fazerem abaixo assinados para suas demissões, sem nenhuma disposição para o diálogo ou para os estudos. Assim nas igrejas com discordância de sermões dos pastores e dos padres. Por qualquer discordância os tais “crentes” param de contribuir ou se vão embora das igrejas, sem nada falarem, sem procurarem entender o que lhes escapava à compreensão, sem humildade e sem ética.

As igrejas, por incrível e contraditório que pareça, são terrenos férteis do vicejamento das divisões e das discórdias. Padres, pastores e bispos tomarem partido fundamentalista a favor de Bolsonaro, além de escândalo, é revelação da hipocrisia mais nefasta dos ditos cristãos.

As divisões correm desde a omissão covarde diante da barbárie instalada no país ao ponto de pastores, padres e bispos negros, quilombolas e indígenas tomarem partido do fascismo, defendendo-o de modo a discriminar e abandonar quem seja fiel à tradição do Jesus de Nazaré.

No mundo do trabalho a “dedoduragem” de colegas contra colegas galopa solta na destruição do ambiente social da produção.

Nas famílias gritos, ofensas, cobranças e explorações dos mais frágeis e portadores de dificuldades, ambientes carregados de machismo e de falta de participação nas lides domésticas, com fardos pesados carregados pelas mulheres,  são distorções morais que subjazem nas máscaras sociais, acumulando raiva e até ódio.

Agora, com a crise econômica, com o capitalismo fazendo águas, até com as caras dos membros da elite sendo expostas a nu, todas as contradições rolam a ceu aberto.

Desde as agitações dos anos 13 e 14 desta década, quando os campos comportamentais mostram cristalinamente as diferenças entre esquerda e direita, se percebe o mau humor azedo e ácido das pessoas não habilitadas a dialogar.

As pessoas de esquerda, não raro, são estudiosas, leitoras dos clássicos em busca de respostas à crise que inapelavelmente nos sacode. Os sujeitos mais tolerantes, respeitosos e preparados dialogam, ouvem muito e falam tateando dificuldades, relevando limites e limitações.

Já as pessoas de direita são impetuosas, raivosas, odiosas e irracionais. Agem instintivamente sem o poderoso recurso da escuta e despidas da capacidade do diálogo.

O mau caráter é integrante das rasteiras, gritos, ameaças e até atentados pelas pessoas de direita, que facilmente derrapam para os crimes e violências fascistas.

Essas pessoas são riscos por causa do adestramento a que se expõem. Vazias de inteligência, de estudos e de reflexão se permitem arrebatar por loucos e psicopatas de ocasião. A partir daí tentam interferir nas instituições causando danos, inclusive à vida, sem se preocuparem com o cuidado das relações com o próximo.

As únicas coisas válidas para o bando analfabeto é seguir as orientações nefastas do chefe demente e fascista do momento.

É nesse contexto que se encaixa a estridente e histérica Sara Winter.

Sara se coloca plenamente no mundo nazifascista,  dedicando esforços no aperfeiçoamento da demência.

Com a prisão dela por baderna e danos às instituições judiciais em Brasília a intimidade de Sara, eivada de descontrole, de fingimento e hipocrisia vem à tona com fúria.

A verdade mais íntima sobre Sara Winter vem a público pelo seu próprio irmão. “Como sou brasileiro e eu quero um país melhor, a notícia foi extremamente positiva. É uma pessoa totalmente descontrolada, só quer aparecer na mídia. Não serve para nada. É uma sociopata. Ela tem a cabeça da Suzane von Richtofen”, afirmou Diego Giromini à Coluna Painel da Folha de S. Paulo, acrescentando que Sara Winter “não pode viver em sociedade”.

“É uma pessoa extremamente agressiva. Você dá um conselho para ela e ela acha que não é certo, ela começa a brigar, a agredir até fisicamente”, acrescentou o irmão trabalhador, que é motorista particular.

As divisões, rixas e embates de teor psicopata só serão superadas com a unidade popular no enfrentamento da crise e na derrubada do sistema atual, fomentador de ódio, de oportunismos e despreparo na convivência social.

Leia mais e compartilhe, também:

– Aroeira nas veias do nazifascismo, que promove insegurança nacional!

– O teu casamento vazio se quebrou por amor.

– Leonardo Boff: “Odeio o termo povos indígenas”: uma blasfêmia em dois atos.

– O Padre Gegê denuncia: “George Floyd e o racismo eclesiástico: quando o chicote estala na batina”.

– Nota do gabinete miliciano do ódio, do fascismo e da confissão de culpa ameaça destruir a Constituição com mais um golpe “miliciano-militar”.

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4 Comentários

  1. Parece o fim do mundo. É mesmo: é o fim de um mundo injusto e violento! Por gentileza, compartilhe semente a chamada e o link desta postagem. Cuide de suas relações com dedicação! http://cartasprofeticas.org/as-crises-economica-e-sanitaria-em-situacao-genocida-o-juizo-final-so-aumenta-e-divide-pessoas-na-ruptura-de-relacoes/

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