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As igrejas neoliberais são supersticiosas, ante científicas e inimigas sociais

Por Dom Orvandil.

A morte de uma pessoa é sempre uma calamidade  muito triste. Mesmo que sua vida seja pura discordância do que pensamos, somos, cremos e fazemos, a doença e aniquilação física de um ser humano, ainda mais pela desgraça avassaladora como a pandemia do COVID 19, é inaceitável sob qualquer argumento.

A morte de uma pessoa é sempre uma calamidade  muito triste. Mesmo que sua vida seja pura discordância do que pensamos, somos, cremos e fazemos, a doença e aniquilação física de um ser humano, ainda mais pela desgraça avassaladora como a pandemia do COVID 19, é inaceitável sob qualquer argumento.

Esse era o caso do pastor estadunidense, Gerald Glenn, da Igreja Evangélica da Nova Libertação, da cidade de Richmond, Virgínia.

No entanto, mesmo em se tratando de uma pessoa generosa e influente, isso não o isentou da superficialidade supersticiosa que, em nome dos interesses satânicos do mercado, domina a grande maioria das igrejas.

A morte de uma pessoa é sempre uma calamidade  muito triste. Mesmo que sua vida seja pura discordância do que pensamos, somos, cremos e fazemos, a doença e aniquilação física de um ser humano, ainda mais pela desgraça avassaladora como a pandemia do COVID 19, é inaceitável sob qualquer argumento.

Esse era o caso do pastor estadunidense, Gerald Glenn, da Igreja Evangélica da Nova Libertação, da cidade de Richmond, Virgínia.

No entanto, mesmo em se tratando de uma pessoa generosa e influente, isso não o isentou da superficialidade supersticiosa que, em nome dos interesses satânicos do mercado, domina a grande maioria das igrejas.

O site Mail Online informa que  “de acordo com a filha de Glenn, Mar-Gerie Crawley, ele sofria de diverticulite, uma doença gastrointestinal que causa inflamação do intestino [SIC], por isso não era incomum que ele experimentasse febre alta”, disse,  dando a entender que Gerald desconsiderou a probabilidade de ser contagiado pelo coronavirus, confundindo os sintomas com seu problema intestinal.

Lamentavelmente o pastor Glenn foi mais vitimado pela superstição fundamentalista que graça nas mentes dos donos de igrejas pelo mundo inteiro, na sua tarefa de manipular e fragilizar o povo, para que não perceba a brutalidade da exploração econômica e política imposta pelos núcleos da engrenagem barbarizante capitalista, do que pela pandemia.

A insipidez e confusão teológica,  que leva milhões de pastores e padres de roldão pelos caminhos pedregosos das trevas medievais da rejeição à ciência e aos permanentes estudos, inclusive interdisciplinares, muitos norteados por pura má fé e interesse comercial religioso é bem patente no sermão de Glenn,  que afirmou em 20 de março, em plena pandemia: “eu acredito firmemente que Deus é maior que esse temido vírus”.

No Brasil não há dúvidas de que a má fé timbrada pelo fundamentalismo, irmão gêmeo fanático do fascismo, é a bússola dos pastores fariseus, que expõem o povo à contaminação assassina do coronavirus, usando mantras vazios e supersticiosos, que não dizem nada, como os surrados “o sangue de Jesus te salva e abençoa”, “Deus está no controle e no comando”, como se Deus fosse um coronel ou timoneiro e outras bobagens “enganam povo”.

Lamentavelmente o pastor Glenn foi mais vitimado pela superstição fundamentalista que graça nas mentes dos donos de igrejas pelo mundo inteiro, na sua tarefa de manipular e fragilizar o povo, para que não perceba a brutalidade da exploração econômica e política imposta pelos núcleos da engrenagem barbarizante capitalista, do que pela pandemia.

A insipidez e confusão teológica,  que leva milhões de pastores e padres de roldão pelos caminhos pedregosos das trevas medievais da rejeição à ciência e aos permanentes estudos, inclusive interdisciplinares, muitos norteados por pura má fé e interesse comercial religioso,  é bem patente no sermão de Glenn,  que afirmou em 20 de março, em plena pandemia: “eu acredito firmemente que Deus é maior que esse temido vírus”.

No Brasil não há dúvidas de que a má fé timbrada pelo fundamentalismo, irmão gêmeo fanático do fascismo, é a bússola dos pastores fariseus, que expõem o povo à contaminação assassina do coronavirus, usando mantras vazios e supersticiosos, que não dizem nada, como os surrados “o sangue de Jesus te salva e abençoa”, “Deus está no controle e no comando”, como se Deus fosse um coronel ou timoneiro e outras bobagens “enganam povo”.

No Brasil não há dúvidas de que a má fé timbrada pelo fundamentalismo, irmão gêmeo fanático do fascismo, é a bússola dos pastores fariseus, que expõem o povo à contaminação assassina do coronavirus, usando mantras vazios e supersticiosos, que não dizem nada, como os surrados “o sangue de Jesus te salva e abençoa”, “Deus está no controle e no comando”, como se Deus fosse um coronel ou timoneiro e outras bobagens “enganam povo”.

Assim age a igreja conservadora e de direita, vinda dos Estados Unidos com missão suspeita,  apoiadora do falso esfaqueado miliciano Jair Bolsonaro, Quadrangular e sua subdivisão, Igreja Movimento Comunidade Quadrangular, desrespeitaram a orientação das ciências da saúde e da OMS da ONU, reunindo grande número de Pessoas em Betim, Minas Gerais, (leia mais).

Tudo em nome da ganância das “ofertas” dos crentes chantageados pela superstição e pela pressão abaixo de músicas emotivas, “testemunhos” e pregações fanáticas.

É notável que essas igrejas e outras ajam em Betim, um grande berço da classe operária e de trabalhadores das indústrias de automóvel, onde os sindicatos foram muito fortes. Com seus cultos barulhentos, baseados na alienação social, essas igrejas contribuem enormemente na precipitação dos trabalhadores no abismo da exploração, aquietando-os para que sejam calados, desorganizados e acovardados como ovelhas transportadas aos matadouros.

É notável que essas igrejas e outras ajam em Betim, um grande berço da classe operária e de trabalhadores das indústrias de automóvel, onde os sindicatos foram muito fortes. Com seus cultos barulhentos, baseados na alienação social, essas igrejas contribuem enormemente na precipitação dos trabalhadores no abismo da exploração, aquietando-os para que sejam calados, desorganizados e acovardados como ovelhas transportadas aos matadouros.

Nessa mesma linha agem os coronéis donos de empresas chamadas de igrejas, como os “seos” Edir Macedo, Silas Malafaia, RR Soares, Waldomiro Santiago e todos os outros, numa linha sem fim de desonestos sabotadores da construção da justiça econômica e social.

A crise orgânica do capital, anunciada desde antes da chegada do Século XXI, passada a violenta tempestade reforçada pelo coronavirus, fará dessa igrejas, traidoras do Jesus Nazaré, verdadeiros escombros, com muita gente de suas direções presas e condenadas por roubo e com multidões fora do alcance desses exploradores, linhas auxiliares do fascismo.

O povo organizado, fundamentado e sério abominará esses fanáticos e seu colaboracionismo deslavado e diabólico com a exploração desumana,  imposta a ferro e afogo pelo neoliberalismo.

Quem viver, viverá!

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3 Comentários

  1. As igrejas neoliberais, ditas evangélicas ou ditas católicas, são supersticiosas, ante científicas e inimigas do povo. Ajude-nos a alavancar fortemente o Cartas Proféticas compartilhando somente a chamada e o link desta postagem: http://cartasprofeticas.org/as-igrejas-neoliberais-sao-supersticiosas-ante-cientificas-e-inimigas-sociais/

  2. Conto com aua solidariedade no compartilhamento do link deste vídeo e suas curtidas e inscrições no canal. Abraços: https://youtu.be/Nj_0XiXYjQc

  3. […] de mau exemplo ao pregar que “eu acredito firmemente que Deus é maior que esse temido vírus” (leia mais), muitos outros no Chile professam machisticamente a falsa coragem de quererem pregar em templos, […]

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