dr. rosinha

Atentado contra Dr. Rosinha é fruto da histeria fascista ao contrário de Bolsonaro

O Dr. Rosinha, candidato e presidente estadual do PT ao governo do Estado do Paraná, panfleteava no Calçadão da Rua das Flores, confluência da Rua XV com Monsenhor Celso, no centro de Curitiba. Era mais ou menos 17h desta quinta feira.

“De repente, um desconhecido jogou uma bomba em mim, que estourou nas minhas pernas”, contou  dr. Rosinha, a caminho de uma sabatina da PUC-PR.

“Não sei se era uma bomba caseira ou dessas de São João, só sei que era forte e estourou nos meus pés”, narrou Dr. Rosinha.

“Além do susto enorme, na hora eu fiquei surdo”, continou.

“O mesmo aconteceu com alguns dos 10 a 15 companheiros que estavam panfletando junto comigo”, acrescenta.

Na nota do diretório mais uma vez a constatação óbvia de que o ato brutal e covarde não é isolado, mas é explosão da violência que matou Marielle, atacou a caravana do ex presidente Lula, que prendeu o padre Amaro, no Pará, de ataques e mortes a indígenas no Mato Grosso do Sul, de perseguição de lideranças dos trabalhadores rurais, de jovens negros nas favelas etc.

A diferença entre a agressão a Dr. Rosinha e a facada em Bolsonaro é que o capitão sofreu a violência que ele mesmo semeou na sociedade. É como se o facão do agressor que furou a barriga dele fosse entregue pelo próprio candidato pregador do ódio, do racismo, do machismo, do fundamentalismo e do leque enorme de discriminações. Já contra Dr. Rosinha e a tantos heróis é a histeria que pessoas sem juízo, sem cultura intelectual, sem fundamento, histéricas,  que simplesmente engolem acriticamente a lavagem cerebral do ódio despejado por Bolsonaro e sua tropa de histéricos.

O lado bom é que Dr. Rosinha denunciou a barbárie e não se intimidou, portanto não caindo nas malhas intimidatória dos fanáticos psicopatas, sempre covardes que violentam e se escondem anônimos.

Dia chegará em que a covardia desaparecerá deixando cidadãos e cidadãs livres para dialogar sem violência, com respeito e tolerância, sem a falsa vergonha de aprender e de mudar de posição, quando covencid@s da verdade.

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