mentiroso_empedernido

Bolsonaro não errou ao decepar a fala do Chefe da OMS: foi desonestidade mesmo do miliciano

Por Dom Orvandil.

O miliciano ocupante indevidamente da presidência da República, Jair Bolsonaro,  não errou ao castrar o texto do Chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, que falou das preocupações da organização da saúde da ONU sobre a pandemia, principalmente com referência às vidas dos pobres, ameaçados de contaminação e pela fome, se os Estados não os socorrerem.

O miliciano é mentiroso  e intelectualmente desonesto contumaz.

Durante a campanha eleitoral, malandra e ignorantemente, o candidato mentiu sobre tudo, até que levou uma facada, e também castrou a porrete um versículo bíblico de João 8, 32, que não tem nada a ver com a tal verdade mentirosa a que se referiu todo o tempo. A verdade do evangelho neste texto não se refere a uma palavra nem a um conceito abstrato da representação do mundo nas mentes das pessoas, mas da pessoa de Jesus e sua libertação. Mas isso o golpista da verdade ignorou. Ele nunca quis a libertação, mas a opressão do povo. Sempre afirmou isso durante sua história de vagabundo e mamador nas tetas do Estado.

O mal de interpretar textos e a realidade a partir do que a pessoa pensa ser, como se as coisas  não é tivessem origem, ligações e fim é próprio de posturas autoritárias. Bolsonaro copiou essa falsificação dos fundamentalistas evangelicóides, que seguem a linha torta e desonesta da descontextualização de todos os textos para falarem daquilo que imaginam ser o conteúdo. Absolutizam  aspectos isolados para se referir ao todo sem compreenderem o todo de um texto, nas raízes histórias, culturais, éticas, econômicas, sociais, ideológicas e contextuais  limitando-se a uma palavra ou uma frase como verdades absolutas e transcendentais.

As conseqüências dessa interpretação ou o seu uso desemboca em mentiras tiranas, agressivas e tonalizadas como verdades absoluta do tipo: “é assim porque eu quero”; “não quero nem saber, é assim que está escrito”; “o que eu entendo é o que vale, o contexto que se dane” ou “vá se afumentar”, como nós gaúchos dizemos; “o Senhor me falou” etc.

Tanto que Tedros Adhanom Ghebreyesus  ao saber da distorção feita pelo miliciano hipócrita, recolocou seu discurso no devido lugar e, mesmo assim, tiranicamente  Bolsonaro insistiu na mentira em seu falatório hipócrita hoje em cadeia de radio e televisão.

Mentirosos delirantes como Jair Bolsonaro têm objetivo ao distorcerem a verdade. No caso em pauta, a intenção fundamentalista do imbecil é a de se segurar no governo, já que a cobra começa a fumar para o lado dele, e o outro objetivo é o de agradar o mercado tirano, escravocrata e desumano e ao gado composto pelos seus eleitores protofascistas e milicianos.

Todavia, a opinião pública já percebe o grau de mentira e delírio do ditadorzinho de araque. Os panelaços aumentaram para provar a impaciência popular ao flagrar o debilóide em sua decomposição política e moral.

Passada a pandemia,  os panelaços serão trocados pelas mobilizações pela derrubada dos herdeiros da ditadura fascista militar e a troca do modelo econômico.

Precisas ler isso: O golpe militar de 1964 é a grossa estampa de bandidos e genocidas, que fez das FAs antro de assassinos e traidores da Pátria.

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2 Comentários

  1. "Bolsonaro não errou ao decepar a fala do Chefe da OMS: foi desonestidade mesmo do miliciano". Ajude-nos a alavancar o Cartas Proféticas compartilhando somente a chamada e o link desta postagem: http://cartasprofeticas.org/bolsonaro-nao-errou-ao-decepar-a-fala-do-chefe-da-oms-foi-desonestidade-mesmo-do-miliciano/

  2. […] Depois de me referir à campanha eleitoral absolutamente golpeada por mentiras determinantes do desastre que vivemos, com o desonesto contumaz decepando do contexto a palavra “verdade”,  acrescentei que “o mal de interpretar textos e a realidade a partir do que a pessoa pensa ser, como se as coisas  não  tivessem origem, ligações e fim é próprio de posturas autoritárias. Bolsonaro copiou essa falsificação dos fundamentalistas evangelicóides, que seguem a linha torta e desonesta da descontextualização de todos os textos para falarem daquilo que imaginam ser o conteúdo. Absolutizam  aspectos isolados para se referir ao todo sem compreenderem o todo de um texto, nas raízes histórias, culturais, éticas, econômicas, sociais, ideológicas e contextuais  limitando-se a uma palavra ou uma frase como verdades absolutas e transcendentais”, leia o texto integral no Cartas Proféticas. […]

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