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Câmera no Estácio foi desligada na véspera das mortes de Marielle e Anderson

O caso de Marielle e de Anderson, assassinados no contexto do golpe de Estado e da intervenção militar no Rio de Janeiro para proteger a entrega da Petrobras e do pré sal, pelo calibre das balas fulminantes projetadas de pistolas usadas pelo mesmo fascismo que atacou o acampamento Marisa Leticia de Lula Livre em Curitiba, na verdade, esconde o judiciário e o sistema policial como biombos do terrorismo legal e policial no Brasil.

Mais balas sangrarão nosso país. O encobertamento dos assassinos de Marielle e de Anderson é com o objetivo de incentivar outros assassinatos, que pode ser de qualquer um de nós, inclusive deste blogueiro.

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Por Berenice Seara em 

Cinco câmeras da Secretaria de Segurança que estavam no trajeto da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes foram desligadas no período entre 24 e 48 horas antes dos assassinatos. O contrato de manutenção das câmeras havia terminado em outubro, mas elas continuaram funcionando normalmente até serem desconectadas.

Um dos equipamentos de monitoramento — cujas imagens são remetidas ao sistema do Centro Integrado do Comando e Controle (CICC), na Praça Onze — poderia ajudar nas investigações do crime. A câmera da estação do metrô do Estácio grava em 360º. E fica bem diante do ponto onde aconteceram os disparos contra o carro da vereadora.

Marielle e Anderson morreram há exatos 50 dias. Até agora, nem o atirador, nem os mandantes do crime, foram apontados pela polícia.

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