centrais sindicais

Centrais chamam os trabalhadores e o povo para manifestação na próxima sexta-feira, dia 10, contra as reformas golpistas

Dirigentes de sete centrais e diversos sindicatos discutiram a mobilização na sede da CUT, em São Paulo

Muito se critica a imobilidade e a apatia popular frente  ao golpe que fragiliza a economia e abate os direitos fundamentais dos trabalhadores, inclusive com  desemprego, com o País quebrado e sem investimentos.

Pois bem,  nesta semana haverá mais uma oportunidade para o resgate dessa dívida de consciência na luta contra a quadrilha golpista, o Congresso Nacional tomado por canalhas traidores e do judiciário igualmente pau mandado da traição à Pátria e à democracia. A vida nos dará mais oportunidade de mudarmos a história da crise e mandarmos os golpista às barras da justiça popular, incluindo os canllas de todas as áreas. Ao tomarmos as ruas e praças do Brasil desiquilibraremos as forças dominantes em favor do povo brasileiro, esfariando o golpe e desfazendo todo o bau de maldades, crueldades e sadismo da quadrilha que tomou o governo de asslato e dos que debocham  do povo no Congresso Nacional, no judiciário e na mídia.

Lei que muda a CLT entra em vigor um dia depois. Sindicalistas também protestam contra portaria do trabalho escravo, diz  a redação da  Rede Brasil Atual.

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São Paulo – Centrais sindicais esperam reunir milhares de trabalhadores na próxima sexta-feira (10), em protesto contra a Lei 13.467 (“reforma” trabalhista), a ameaça de mudanças na Previdência Social e a Portaria 1.129, do Ministério do Trabalho, que alterou o conceito de trabalho escravo e foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal. Dirigentes de sete centrais e diversos sindicatos se reuniram nesta segunda-feira (6), na sede da CUT, em São Paulo, para discutir o movimento.

Na capital paulista, a concentração será às 9h30, na Praça da Sé, no centro. Os sindicalistas ainda avaliam se haverá passeata rumo à Avenida Paulista. À tarde, servidores públicos participam de ato diante do Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi, zona sul da cidade.

O presidente da CUT, Vagner Freitas, afirma que categorias “que tiverem força política” vão buscar salvaguardas contra a lei que altera a legislação trabalhista, como ocorreu recentemente com metalúrgicos e químicos. Mas a central defende a revogação da 13.467, e nesse sentido organiza um abaixo-assinado por um projeto de lei de iniciativa popular. Vagner informou ter recebido hoje documento com 4.574 assinaturas na base do Sindicato dos Bancários do ABC, formada por aproximadamente 7 mil trabalhadores – 65% do total. A lei entra em vigor exatamente no dia seguinte ao da manifestação.

Ele avalia que Executivo e Legislativo ainda podem tentar pôr em votação a emenda de “reforma” da Previdência. “Vontade eles têm. Esse Congresso e esse governo têm ouvidos moucos à sociedade”, afirmou, lembrando que o projeto trabalhista acabou sendo aprovado mesmo sob pressão intensa dos trabalhadores, incluindo uma greve geral em 28 de abril.

Segundo o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, as centrais deverão marcar um dia nacional de paralisação assim que o Congresso definir a data de votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, da Previdência. Na próxima sexta, sindicatos farão assembleias nos locais de trabalho para então se incorporar ao ato na Praça da Sé.

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