mulher_indígena

Chegará o momento em que evangélicos fundamentalistas e neopentecostais serão presos, julgados e condenados por crimes contra a humanidade

Li no site Muvuca Brasil, com tristeza, revolta e muita indignação  a brutalidade como que pentecostais tratam indígenas no Mato Grosso do Sul.

Em nome do Jesus que seguem,  picareta do mercado, sobrecultural, que não guarda nenhuma relação com o Jesus palestinense do primeiro século, amigo das prostitutas, dos publicanos, dos samaritanos, dos estrangeiros, dos pobres e pecadores, sitiam as mulheres mais velhas, as guardiãs das culturas guarani-kaiowá, denominando sua cultura, suas divindades e tradições de diabos que precisam ser expulsos.

As mulheres, que durante as invasões bandeirantes, eram  estupradas, dependuradas em árvores pelos tornozelos e cortadas ao meio com um facão,  que descia pela vagina, enfiado pelo assassino e ladrão de riquezas, em nome do poderio branco e da civilização cristã colonial, agora são agredidas pelos neopentecostais, que as chamam de bruxas e feiticeiras.

Uma jovem  indígena ergue a voz para denunciar essas  igrejas criminosas, verdadeiras linhas auxiliares do mercado opressor, este sim incorporado do satã que exclui, empobrece e mata. Em sua conta no Facebook Jaqueline Gonçalves pinta com as cores exatas a barbárie com que os ditos seguidores de Cristo destrói a alma milenar indígena.  “A intolerância religiosa passou dos limites, homens vestidos de “CRENTES” e outros também lideres ligados a capitania dominados pela doutrina pentecostal e discurso de décadas da igreja, que avançam fortemente nas Reservas Indígenas, usam facas e chicotes para condenar o chamado ‘feitiço’”, escreveu em uma postagem no Facebook, Jaqueline Gonçalves.

 “Conforme o relato de outro jovem indígena, que preferiu não se identificar, as mulheres, sobretudo as anciãs das tribos, são alvos dos “crentes” porque “elas são as principais defensoras dos valores culturais do povo guarani-kaiowá, incluindo as crenças ameríndias”. Por esta razão, acrescenta ele, as mulheres Nhandesys e Nhanderus, da aldeia Taquaperi podem não ser as únicas a estarem sendo atacadas nas aldeias do Cone Sul de Mato Grosso do Sul, escreve João Negrão, editor da Muvuca Brasília.

A luta contra te  neoliberalismo, que organiza o povo e prepara quadros para assumir o poder e não somente os governos, certamente punirá ceveramente os criminosos fundamentalistas, que atacam e corroem as culturas de nossos irmãos e irmãs indígenas.

Quando essa verdade chegar não importará se esses malditos evangélicos sabiam a fundo o mal que causam agora. Terão que ser tratados como criminosos comuns e traidores da pátria.

Os fundamentalistas e neopentecostais são tão sórdidos em suas práticas fascistas que vêm demônio em quem ama as águas, as matas, os animais por isso as preserva, e não no miliciano Jair Bolsonaro e na sua política incendiária da Amazônia,  do Cerrado e do óleo nos mares.

Apresse-se o dia para os grandes julgamentos dos maiores  criminosos e assassinos, como os evangélicos fundamentalistas e neopentecostais dos infernos!

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