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Chimarrão Profético com Luiz Alberto Cassol, Diretor cinematográfico e cineclubista

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Nosso Chimarrão Profético amplia a roda de conversa com o objetivo de compreender a complexidade de nosso mundo, cujo exercício também passa pela arte em forma de cinema.

Com essa intensão nosso encontro neste dia 20/08/20, quinta feira, às 11 horas foi com  o  fundador e diretor da produtora Filmes de Junho e diretor de cena da Accorde Filmes; diretor do Instituto Estadual de Cinema do Rio Grande do Sul e da Cinemateca Paulo Amorim; presidente do Conselho Nacional de Cineclubes (CNC) e  1º Vice-Presidente da FUNDACINE – Fundação Cinema do Rio Grande do Sul, o cineasta Luiz Alberto Cassol.

Luiz Alberto Cassol  também é fundador do Otelo Cineclube, do festival Santa Maria Vídeo e Cinema e da Mostra Internacional de Cinema de Santa Maria. Foi presidente da Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria – CESMA (que completo 42 anos de atividades em 2020). Integra o Fórum Entre Fronteiras que reúne realizadoras, realizadores e entidades do audiovisual na realização, integração e cooperação audiovisual entre o Sul Brasil, Noroeste da Argentina e Paraguai.

Na produção autoral dirigiu, entre outros filmes, os curtas FOME DE QUÊ?, ANÔNIMOS, NEM ISSO, GRITO, SUPER-70, FALTAM CINCO MINUTOS, TABARÉ INÁCIO e ALEXANDRA. Também os longas documentais CÂNCER – SEM MEDO DA PALAVRA e EDMUNDO e a codireção  de JANEIRO 27, TODOS e GOLPE. Assina, ainda, a série CRÍTICA e a 2ª unidade das séries CHUTEIRA PRETA e ANIMAL.

Luiz Alberto Cassol  atualmente finalizou o documentário DEBORAH! O ATO DA CASA, totalmente feito pela web e de forma remota. Ainda, está em lançamento da websérie CONFESSIONÁRIO – RELATOS DE CASA, codirigido com Deborah Finocchiaro. Está em montagem do longa documental ESCLEROSADA NÃO É A VÓ.

Codirigiu com Biancka Miranda, Erica Caminha, o filme O MUNDO É UMA ALDEIA lançado no Dia Internacional dos Povos Originários, em 09 de agosto, e que está disponível da plataforma youtube.

Leia abaixo o texto explicativo do Filme “O Mundo é Uma Aldeia”, que me foi enviado por Luiz Alberto Cassol.

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O Mundo é Uma Aldeia

O Dia Internacional dos Povos Indígenas em 9 de agosto foi estabelecido em 1995 pela ONU como expressão da preocupação de garantir a todos os povos indígenas um mínimo de condições de existência dignas. Atualmente, está sendo discutido na ONU também um projeto de “Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas” que deve prever direitos coletivos culturais e étnicos, o direito à terra e aos recursos naturais, a manutenção das estruturas econômicas próprias e dos modos de vida tradicionais, o direito consuetudinário e o direito coletivo à autonomia.

O documentário é composto por breves vídeos produzidos especialmente por pessoas atingidas e por fotos e cenas de vídeo disponibilizadas por outras. Desse modo, os próprios indígenas são seus protagonistas, com voz e vez raramente acessíveis na Alemanha. Além disso, há depoimentos acerca dos impactos que as políticas alemãs e europeias, bem como as práticas de empresas multinacionais têm sobre os povos indígenas e o meio ambiente. Todas as contribuições e a produção completa do filme foram disponibilizadas de forma gratuita.

A particular importância atual do documentário deve-se à situação catastrófica da pandemia de Covid-19 no Brasil, especialmente entre os povos indígenas, e ao momento político do país, marcado por um governo fascista e um crescimento assustador de violência e posições de extrema direita. Sobretudo os indígenas estão caracterizando a situação como genocídio e etnocídio.

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