Patrícia Pillar

Coxinha desrespeita e agride Patrícia Pillar que o interpela na justiça,  contando com o arrependimento público dele

Vivemos contexto de ódio irradiado pelo fascismo no mundo inteiro. No Brasil coxinhas da falida e falsa classe média,  juntamente com analfabetos políticos e midiotas,  assumem o discurso e comportamentos de ódio. As características dessa verborragia são ofender sem argumentos, agredir de forma covarde sem direito a defesa e fazer acusações injuriosas, caluniosas e sem fundamento.

Pois é, o  internauta José Alberto Muner entrou nesse fluxo irracional e atingiu uma das mulheres mais lúcidas do mundo do teatro, das novelas e do cinema,  Patrícia Pillar.

Patrícia fez o que se deve fazer diante da imbecilidade: nunca responder no mesmo nível rebaixado e irracional do ódio nem tentar dialogar com quem não pensa porque não lê e não estuda,  que age com base nos impulsos do intestino grosso,  convertido em cérebro. Na justiça Patrícia obteve a retratação do internauta ofendedor.

Porém, o que disse José Alberto Munzer merece atenção e consideração. Ele se colocou no lugar da ofendida e sentiu o mal estar que dela tomou conta.

Munzer fez o que muitos coxinhas,  analfabetos políticos e fascistas não fazem: moveu-se em direção à Patrícia.

Com esse gesto grandioso, e aqui não cabe perguntar se ele foi sincero ou se esmagou diante da justiça, mas crer que há pessoas que reconhecem o erro e mudam o conteúdo do pensamento por outro mais digno e respeitoso.

Patrícia Pillar foi agredida e ofendida por posicionar-se como todos os cidadãos e cidadãs inteligentes que avaliam que o Brasil foi golpeado e atacado por uma quadrilha que nos desgoverna para o abismo.

Vale a pena, no entanto,  refletir sobre as palavras de retratação de José Alberto Munzer e com elas termos esperança no ser humano: “venho através deste espaço me retratar pelas palavras ofensivas e profundamente vulgares que usei contra a senhora Patrícia Pillar. Fiquei frente a frente com a pessoa ofendida, me coloquei no lugar dela e não gostei do que senti. Fiz ilações falsas sobre está pessoa e estou me retratando como as pessoas de bom senso devem agir”.

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