pondé

De Gustavo Conde:  “É comovente a insistência de Pondé em querer dialogar consigo mesmo”  

Este texto do professor  Gustavo Conde , que também é músico e  linguista, é uma crítica à deficiência de leitura, de estudo e intelectual  do auto intitulado sociólogo Luiz Felipe Pondé, um indigente ensinador da USP.

Na  critica ao falso intelectual  este editor viu  o texto do professor Gustavo girar como seta  perfurante a apontar os idiotas metidos a dar opinião e, quando são percebidos em sua irrelevância por falta de conteúdo, de humildade, de honestidade intelectual e de sentido de iluminação da realidade, apelam, agridem e ofendem.

Conde menciona um dos maiores intelectuais, filósofo e teólogo luterano, sábio em hermenêutica, o professor francês Paul Ricoer, que este blogueiro teve a honra de ler e com ele aprender a desconfiar do risco de a gente mesmo ser embebido pelas bobagens circunstantes das burrices que se despejam como enchente que vem de todos os lados.

Por falar em Paul Riccoer, um religioso não dominado pela miséria religiosa do subjetivismo que leva ao desastre a que são empurrados todos os que afirmam que “Deus está no comando”, “Deus  é fiel”, “vai com Deus”. “Deus te abneçoe” e outras frases que insinuam fé para resvalarem em crendices que amarram as pessoas sob a opressão, inativas, imobilistas, preguiçosas,  insensíveis e “emburrecidas” à espera de intervenções salvadoras de fora da realidade.

A seta quente que o professor  Augusto Conde aponta para a miséria intelectual e ética de Pondé atinge professores, lideranças sindicais, partidárias, psicólogos, padres, pastores, jornalistas e entrevistados que falam asneiras para enganar o povo.

Em referência aos religiosos das igrejas é lamentável o uso rasteiro e miserável de Jesus, de Maria, dos santos e dos apóstolos.  Jesus, por exemplo, virou marketing fantasmagórico sem história, sem comunidade e sem raízes, usado a bel prazer pelos “bobeiros”  do mercado igrejeiro. Muitas pregam a Bíblia como amuleto ou como horóscopo, repetindo panfletariamente versículos e textos sem estudá-los, sem entendê-los, cuspindo subjetivismos e crendices sbre o povo. Isso somente ajuda os ezploradores a abocanharem ovelhas quietas, dóceis e sem resistência.

Ah, a realidade, essa é uma coisa que só serve se for dita pela Globo, pelos imbecis das rádios locais, pelos jornalistas vazios de consciência de classe, totalmente rendidos e puxa sacos dos donos das empresas organizações criminosas, que ditam  o que entendem por verdade, ou justiça, por punição, por pena e dizem o que os bobocas de plantão  devem fazer  da mesma forma que os meteorologistas falam do clima, avisando da necessidade de usar guarda chuva ou guarda sol.

Acesse para ler no DCM o belo e curto artigo do professor  Augusto Conde.

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