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Depois do teatro do demitido da secretaria de cultura, o verdadeiro nazismo na economia viaja ao Forum Econômico Mundial

Por Dom Orvandil

Nesse final de semana as redes sociais, blogs e sites deram atenção total a Roberto Alvim,  “ator” de quinta,  ‘ungido” como Daniel por  um pastor e igreja picaretas, linha auxiliar fundamentalista do fascismo, “demitido” da secretaria da cultura pelo miliciano Jair Bolsonaro.

O fato, como outros usados pela comunicação nazista adotada por Bolsonaro, na verdade,  serviu como cortina de fumaça para distrair  e enrolar a manipulada opinião pública, que contou com  o “dedicado” empenho de colunas, artigos e manchetes  horrorizados com as mentiras, má fé, violência e desonestidade intelectual do marginal “abençoado’ por um pastor  traidor de Cristo.

Enquanto o palco Brasil era ocupado pelo atorzinho moralmente miserável  e pela tal demissão dada pelo miliciano defensor do nazifascismo,  poucos prestaram a atenção na viagem do pacote do holocausto da pátria e do povo brasileiro que Paulo Guedes levou para apresentar aos que se movem por detrás, como mola real e propulsora do nazifascismo, os senhores da guerra e donos do mercado neoliberal reunidos no tal Fórum Econômico Mundial,  nesta vez em Zurique na Suíça.

Lá se assenta o verdadeiro nazifascismo em forma do representante  do mercado neoliberal, Paulo Guedes, com o pacote de destruição do Estado brasileiro e da economia nacional, a serviço dos monopólios internacionais, o mesmo que acionaram a I Guerra Mundial e que levaram o mundo ao holocausto nazista da II Guerra Mundial.

As fofocas entorno de Alvim e das maluquices  enfezadas do desgoverno Bolsonaro foram apenas diversão para o que escorrerá como mais bombas sobre todos nós já, já.

No entanto,  as ruas de Zurique são ocupadas  por milhares de trabalhadores/as, estudantes e intelectuais em protestos e denúncias contra o mercado que ameaça os povos e o próprio planeta terra.

Claro, nossas sensibilidade e consciência devem se voltar para os profetas, sempre atentos e honestos, que denunciam as farsas, os fantoches e malandros satânicos destrutivos.

Foi aí que encontrei o belo artigo do Sociólogo Marcelo Zero analisando as duas caras do holocausto em forma de capitalismo-fascismo, em todas as suas devastações humanas e ecológicas.

Zero denuncia corretamente: o verdadeiro nazismo toma corpo no pacote de Paulo Guedes, levado ao mercado assassino aos terroristas do imperialismo.

Além de apontar a crítica contra o farsante centro direita e os seus partidos, partícipes da instalação do nazismo no governo do Brasil, Zero mostra a união umbilical entre capitalismo e fascismo.

É ilusão combater o fascismo sem destruir sua fonte alimentadora, o capitalismo.

Ao citar Bertold Brecht, grande intelectual alemão, nosso articulista concorda que “o fascismo é uma fase histórica do capitalismo; neste sentido, é algo novo e ao mesmo tempo antigo. Nos países fascistas, o capitalismo continua a existir, mas apenas na forma de fascismo; e o fascismo apenas pode ser combatido como capitalismo, como a forma de capitalismo mais nua, sem vergonha, mais opressiva e mais traiçoeira”.

Não há como querer leis, esforços e mobilizações  esporádicas e setoriais trepidantes contra os terrores fascistas. A justiça econômica,  juntamente com todos os direitos sociais,  afunda  na mais caótica crise orgânica do capital. Nesse ambiente os monopolistas lançam mãos de todos os meios fascistas para segurarem a e castração da capturação do Estado com o objetivo de segurar os privilégios da elite dominante.

Clique para ler a íntegra do artigo do Sociólogo Marcelo Zero: “Nosso Hitler é a Agenda de Guedes”.

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