Fora quadrilha e mercenários

Dias Toffoli, a cara dos canalhas  e mercenários a serviço da quadrilha golpista e a greve geral

Dias Toffoli, esse fraco ministro do STF, não somente encontrou com quadrilheiro MiShel Temer, que por um golpe apoiado pelo consórcio do horror formado pela súcia criminosa  judiciário-parlamento de canalhas-mídia-empresariado antinacional, derrubou a legítima presidenta da república, Dilma Rousseff, mas deu arremate à articulação mercenária encarnada pelo judiciário golpista.

Toffoli é amigo e protegido de Gilmar Mendes, o jagunço ruralista do Mato Grosso, que se encontra com o quadrilheiro Temer às altas horas da noite para forjar artimanhas blindantes do usurpador,  líder de organização criminosa de malas, carros, cofres e aviões de dinheiro.

Nada é por acaso nesse golpe. Gilmar discute com o quadrilheiro ocupante do Planalto e ambos mandam o criado do fazendeiro do Mato Grosso se encontrar por acaso com o sujo que a mídia chama de presidente.

Depois, numa orquestrada e teatral seção plenária do STF, na quinta-feira, dia 23 de novembro,  do ano da desgraça de 2017, o mandalete do golpista, Dias (ou noites?) Toffoli,  pediu vistas do processo no qual  decidiria a limitação do foro privilegiado para autoridades.

Com o pedido de vistas, tudo planejado meticulosa e politicamente com participação oculta do mercenário Sérgio Moro, amigo de Aécio do pó Neves e de outros poderosos, para proteger a quadrilha golpista que matou a soberania nacional, a democracia, os direitos sociais e defecou sobre a Constituição Federal.

Tudo é golpe e todos os participantes dele pretendem permanecer nos maiores e melhores postos do Estado e da república para desgraçar nosso país e destruir nosso povo, reduzindo-o a uma massa de mendigos, miseráveis, pobres e páreas sem direitos e sem a mínima blindagem para seu sofrimento.

O chefe de organização criminosa, MiShel Temer, se planeja de maneira imoral, aos olhos da nação brasileira, pensando em se proteger logo que deixar o poder ou para nele permanecer até que um dia não dê mais tempo de chegar no hospital Sírio Libanês, morrendo com artérias entupidas de tanto se empanturrar com os benefícios do roubo representado por propinas e malas de dinheiro.

Porém, muita calma nessa hora. Aí vem a greve geral no dia 05 de dezembro de 2017, que poderá representar a virada do ano da desgraça para o ano da graça de uma poderosa insurreição capaz de emancipar uma nova força, agora centrada no povo a partir da classe operária e desiquilibrar as bases podres nas quais a quadrilha e os mercenários se apoiam.

Indignação, raiva, senso de traição e a convicção de que o povo foi enganado crescem e podem se consolidar numa correnteza poderosa ao ponto de mudar os rumos do Brasil.

Vamos que dá!

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