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Do Jornalista Leandro Fortes: “Falta, agora, dar uma lição nesses nazistas”

Leandro Fortes é jornalista integrante do movimento “Jornalistas pela Democracia”.

No texto abaixo, publicado pelo site Brasil 247, Leandro busca a iluminação da história, movimento correto que sempre devemos fazer, para entender a  barbárie, o aviltamento, a violência, o desrespeito e a crueldade da ação da “dona” Carolina Lebbos, auto intitulada juíza da lava jato, mas, na verdade, com Sérgio Moro e Deltan Dallangnol, membro do que sempre se propôs a gangue, que como  já se convenciona definir desde Gilmar Mendes aos intelectuais progressista e até aos conservadores, uma organização criminosa, delinqüente e marginal burguês.

A “dona” Carolina Lebbos, certamente sob ordens do sempre chefe da organização criminosa, o delinqüente Sérgio Moro, tentou dar um golpe no ex presidente Lula e no Brasil, ao ordenar que nosso líder fosse transferido da sede da republiqueta cloacal de Curitiba para um presídio de assassinos em São Paulo.

Fortes tem razão ao comparar o gesto “gestapiano” dos mafiosos lavajatistas com o que o nazismo, acuado e atropelado pelas forças da União Soviética,  fez com as tentativas de esconder os presos, expondo-os à fome e à morte por abandono.

Nosso articulista pensa corretamente ao fazer a analogia com os gestos de desespero que os delinqüentes lavajateiros fazem, principalmente usando o ex presidente como bode expiatório em quem despejar suas derrotas cada vez mais acentuadas. Quanto mais se aproximarem da lona mais violentos esses criminosos, agarrados ao Estado,  podem fazer com o principal seqüestrado por eles.

Porém, é necessário que alertemos que os canalhas ainda não foram derrotados pela lavagem de 10 X 1 que o STF lhes deu.

A votação dos juízes do supremo evitou uma pena de morte indireta, que certamente os mafiosos da facção lava jato imporiam a Lula com o apoio do vilão preguiçoso João Dória e do miliciano Jair Bolsonaro. Com facilidade arranjariam algum motim, rebelião ou pagariam alguém para assassinar nosso Lula num presídio comum.

Esses delinqüentes cultivam estoque suficiente de ódio e de inveja para agirem nesse nível de banditismo. Depois, quando o povo perdesse o controle e, revoltada e desorganizadamente incendiaria o país,  eles, os fascistas seqüestradores, justificariam a complementação de um golpe militar para atacarem inundando o Brasil de um banho de sangue.

É preciso muito mais do que investigação, prisão e banimento desses perigosos bandidos, retirando-os do Estado e da sociedade. Impõe-se que o povo brasileiro preventivamente se levante e desconstrua o sistema que os produz e reproduz, assim como os soviéticos fizeram com Adolfo Hitler e com o sistema nazista que destruía a Polônia, a Alemanha e ameaçava o mundo inteiro.

Leia abaixo o maravilhoso artigo do Jornalista Leandro Fortes.

Antes acesse, leia e compartilhe: Um evangélico com medo de seus irmãos evangélicos;

O Filósofo ensina: “Não ceder à raiva. Desesperar jamais. O amor e a solidariedade vencerão”;

Chimarrão Profético: “Lula e a força dos bois”;

Muito prazer: sou Johnny Bravo…mas pode me chamar de BolSONAZI;

Cidadania: “1.Diálogo com as notícias; 2. Diálogo com a poesia , música e a realidade”;

O que e quem causa desgraças como Bolsonaro, desempregos e depressões no Brasil e ainda se diverte?

Excesso de lucidez é uma forma de resistir;

Bolsonaro é podre e perverso a serviço de força que só pode usar um aborto humano como ele;

Mortos se levantam com seus familiares contra os crimes hediondos praticados pelos assassinos venerados por Bolsonaro.

Falta, agora, dar uma lição nesses nazistas

Entre julho de 1944 e janeiro de 1945, as tropas soviéticas que marchavam sobre a Polônia, em direção a Berlim, foram se deparando, aos poucos, com o horror dos campos de concentração montados pelos nazistas para exterminar judeus, ciganos, homossexuais, prisioneiros de guerra e opositores do regime. Belzec, Sobibor, Treblinka e, finalmente, Auschwitz.

Diante da devastadora investida do Exército Vermelho, os nazistas optaram por uma tática desesperada: remover os prisioneiros dos campos e enviá-los para o interior da Alemanha, de modo que morressem durante a marcha de remoção ou quando chegassem a seu destino, nas entranhas do III Reich, vítimas de inanição, doenças ou, simplesmente, exaustão.

Remover presos submetidos a maus tratos – ou mortos sob tortura – também foi um expediente das ditaduras militares implantadas pela CIA no continente americano, nos anos 1960 e 1970, de modo a negar a responsabilidade do Estado em atentados contra os direitos humanos. No Brasil, não foi diferente.

Enfim, fascistas gostam de ranger os dentes e destilar ódio, mas são extremamente covardes na hora de assumir responsabilidades sobre seus atos.

A tentativa de remoção do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, para uma penitenciária, em São Paulo, obedece a essa mesma lógica nazista, mas é ainda mais covarde, porque feita por juízes, servidores públicos que deveriam aplicar a lei, não manipulá-la. E, pior, em nome de uma estratégia vil, abjeta, mesquinha.

O fato é que a turma de Sérgio Moro dobrou a aposta sem as fichas necessárias, apavorada com a possibilidade cada vez mais palatável de o Supremo Tribunal Federal tornar nula a sentença de prisão contra Lula. Com a ajuda dos acólitos que mantém no Poder Judiciário, Moro ordenou a remoção de Lula para São Paulo, sob os gritinhos do bufante João Dória, na esperança de vê-lo morrer – do coração, de desgosto, de estoque ou de bala – antes de vê-lo ser solto, ao arrepio de sua obsessão e de seu desejo doentio pelo ex-presidente petista.

Por 10 x 1, o STF vetou a remoção de Lula.

Falta, agora, dar uma lição nesses nazistas.

3 Comentários

  1. Artigo sobre os 10 × 1 do STF a favor de Lula e do Brasil oportuniza a ideia de que é preciso ultrapassar as muralhas do judiciário. Acesse e compartilhe o link do Cartas Proféticas: http://cartasprofeticas.org/do-jornalista-leandro-fortes-falta-agora-dar-uma-licao-nesses-nazistas/

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