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Do jornalista Mauro Lopes: “ala direita do Vaticano tenta abafar visita de assessor do papa”

Não há nada mais desumano, atentatório à verdade e à justiça do que o tal “cristianismo” de direita, seja ele católico de qualquer denominação ou evangélico.

Os “cristãos” de direita rezam, comungam e cultuam com fervor, mas negam tudo o que da fé remeta ao compromisso social e político que signifique derrubada das estruturas injustas e mudanças de paradigma econômico e politico na superação do capitalismo.

É muito provável que a ala reacionária, conservadora,  de teor fascista da Opus Dei no Vaticano, relacionada com a CIA e com tudo o que não presta,  tenha se comunicado com o adestrado Sérgio Moro em Curitiba e com sua “juizejeca”, estilo cadela acorrentada a serviço do dono, com o objetivo de desmoralizar o Papa Francisco e indispor o ex presidente Lula com os católicos, barrando a visita cristã ao líder preso político do representante do pontífice, Juan Grabois.

Esses malfadados “cristãos” são aliados diretos e satânicos da guerra, do ódio e da opressão dos pobres. Para eles o Jesus do evangelho deveria ser arrancado da Bíblia e, no seu lugar, colocar Sérgio Moro, Mussolini ou Hitler.

Para eles o FMI tem mais importância do que a luta pela eliminação da fome no mundo.

Leia as considerações relevantes abaixo do jornalista Mauro Lopes.

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TV 247  O jornalista Mauro Lopes participou do programa “Giro das 11” desta segunda-feira (12), comentando a visita negada pela Polícia Federal ao assessor do Papa, Juan Grabois, e as tentativas da ala da direita do Vaticano em negar que o assessor tenha relação com o pontificado.

Mauro Lopes explica a origem de Juan. “O assessor do Papa, Juan Grabois, é argentino é tem tido um protagonismo no pontificado, pois é um dos organizadores dos encontros mundiais de movimentos populares com o Papa e tem grande intimidade com o pontifício”, explica.

Ele condena os reflexos do Estado de Exceção. “Negar visita ao Lula é típico da mesquinhez das ditaduras. Ver as arbitrariedades em Curitiba é como se sentir nos anos 70, avalia.

Mauro contra argumenta a informação divulgada pelo Vaticano dizendo que a visita foi pessoal, não representando o Vaticano. “Há uma luta violenta dentro do Vaticano entre setores progressistas ligados ao Papa e os segmentos conservadores da direita”, ressalta.

Ele relembra um episódio ocorrido onde ocorreu a interferência do  Vaticano. “O serviço brasileiro de informação é controlado pela ala conservadora da igreja, e o órgão repetiu a mesma atitude com o assassinato de Marielle Franco. Logo após o Papa Francisco telefonar para a família da vereadora, o vaticano desmentiu que tivesse ocorrido qualquer telefonema por parte do Papa”, relata.

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