Recibos de Lula

Do teólogo e pastor luterano Walter Altmann sobre os recibos de Lula: “seria ridículo, se não fosse acintoso”

Na sua página no Fecebook o famoso pastor e teólogo luterano aposentado,  Walter Altmann, escreveu sobre as ridiculas e mentirosas desculpas do judiciário corrupto, golpista e canalha com o objetivo de condenar o ex presidente Lula.

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O Ministério Público do Paraná desistiu de uma perícia nos recibos de aluguel apresentados por Lula do apartamento que, segundo o MP, em verdade seria de Lula. Mas sustentou que era desnecessário, pois os recibos seriam comprovadamente ideologicamente falsos. O Ministério Público parece despudoradamente brincar com a inteligência alheia. Refrescando a memória. Primeiro o Ministério Público alegou que não havia comprovantes de pagamento de aluguel. Quando a defesa de Lula apresentou os recibos, o MP alegou que eram falsos e teriam sido assinados todos de uma única vez. Quando a defesa de Lula apresentou uma perícia por ela contratada, indicando que foram impressos em impressoras diversas e em ocasiões diferentes, o MP, tacitamente reconhecendo a veracidade dessa perícia, mas não querendo admiti-lo, afirma que os recibos são “ideologicamente” falsos. O que isso quer dizer provavelmente nem o MP saberá explicar.


A história se assemelha por demais com aquela fábula, em que a raposa comunica à ovelha a razão pela qual irá devorá-la. A ovelha estaria sujando a água que ela, a raposa, precisava beber. Quando a ovelha se defende dizendo que ela está na parte de baixo da correnteza da água e, logicamente, não poderia estar sujando a água que corre à frente da raposa, o argumento desta foi taxativo: “Então foi teu pai!” E zás!


Em que o MP do Paraná se difere da raposa da fábula?
Será sugestivo verificar como o juiz Sérgio Moro irá lidar com tão ridícula argumentação. Irá repeti-la? Irá referendá-la? Não é de duvidar.


Enquanto isso, no STF, que já deu ao Senado as condições de livrar Aécio Neves de qualquer investigação ou medida cautelar, Dias Toffoli e Gilmar Mendes vão acumulando livramentos de políticos envolvidos em casos de corrupção, Gilmar Mendes sustando inclusive inquérito contra o Governador Beto Richa, do Paraná. Tudo em casa!


Quo vadis, Brasil? Quo vadis, justitia brasilis?

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