eleitores_arrependidos_bolsonaro

É estarrecedor ditos intelectuais votarem no capetão Bolsonaro. Bom que muitos se arrependem!

Sem dúvidas, a onda de mentiras, de desinformação, de calúnias, de injúrias e de massacres passou como tsunami sobre as mentes e opções alienadas de milhões de brasileiros e de brasileiras, de todos os segmentos econômicos e sociais.

Certos setores arrotam arrogância ao afirmarem que os eleitores do nazifascista Bolsonaro são iletrados, lumpemproletários, ignorantes, alienados e narizes empinados, que alardeavam cantilenas contra Lula, o PT e a favor de um pretenso combate à corrupção.

Pois bem, baixada a poeira eis que os eleitores emburrecidos dessa catástrofe que atropela o país são encontrados até mesmo na nata intelectual e na chamada massa crítica das universidades mais dotadas de pesquisas e de estudos do país, as públicas, principalmente as de topetes erguidos, as federais.

Como podem estudantes, professores e intelectuais dos mais capazes exercerem de modo tão estúpido os seus direitos de votar em 2018? Como podem homens e mulheres que se gabam de não patinar na ignorância senso comum e na opinião – “doxa” – da maioria votarem em uma calamidade de mentiras, de crendices, de superstições e charlatanismo como Bolsonaro?

Pois é, aconteceu como na Alemanha, berço do nazismo e de Adolfo Hitler, que jogaram aquele país e quase toda a humanidade no holocausto. Lá, na chamada luminosidade e reprodução da filosofia grega moderna, cientistas, filósofos, teólogos e liberais renomados também embarcaram no apoio inicial à bestialidade e à loucura. Muitos serviram como exemplos para as massas, que se entregaram cegas e irracionais ao derramamento de sangue pelo ódio e pela guerra.

A onda que levou multidões de roldão aqui no Brasil também atropelou muitos ditos intelectuais.

Por que isso acontece? Penso que a pesquisadora Carina Fagianni explica em sua conta no Facebook.

Ela confessa que não deu atenção honesta aos alertas das pessoas que tentaram chamá-la à razão nas eleições no segundo turno de 2018. Carina confessou que foi cega e ingênua quanto a promessas do delinquente candidato, o mesmo que nada debateu com o pais.

Apesar de aqui neste portal como em todos os sites sérios as denúncias do risco Bolsonaro, Carina Fagianni não leu, não acessou ou não acreditou.

Sentindo-se culpada por ajudar com o seu voto a conduzir nosso país a essa desgraça, Carina faz autocrítica e pede desculpas a quem influenciou mal e a quem não deu ouvidos em face de sinais altissonantes sobre o que viria, como aqui sempre indicamos.

Carina deve ser bem recebida em sua honesta e pública autocrítica. Este seu exemplo precisa ser alerta e seguido por tantos brasileiros e tantas brasileiras que se deixaram mentir, enganar e suas consciências estupradas.

Todos os indicativos honestos apontam para o abismo, antecipado pelo caos, como o lugar onde afundará nosso país e onde teremos que nos encontrar em plenas trevas, misturadas com sangue e sofrimento. Os primeiros passos já foram dados, desgraçadamente.

O remédio mais eficaz e honesto para os desvios das pessoas que se alinharam à destruição do Brasil e de todo o nosso legado histórico de consquistas de direitos e de bem estar só pode ser o da luta. O lugar de Carine e de todas as pessoas de boa vontade só será justo na luta contra o neoliberalismo, essa coisa desgraçada seguida por Bolsonaro e por toda a gangue de seu governo milicano.

Leia abaixo o texto sentido da professora Carina Fagianni.

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“Me sinto no dever de, publicamente, pedir DESCULPAS àquelas pessoas (amigos, familiares e conhecidos) que me alertaram a respeito do meu posicionamento político no segundo turno das últimas eleições. Acreditei cegamente nas promessas a favor do Brasil, na suposta luta contra a corrupção e organizações criminosas e na nomeação de cargos técnicos para os ministérios, por exemplo. Me deparo hoje, pouco mais de 100 dias de governo, com um asno perdido a frente de sua récova, com seus amigos jumentos a passear pelo país, apresentando propostas deploráveis, se portando como juvenis sem escrúpulos, totalmente alheios a verdadeira realidade e necessidade do Brasil e dos brasileiros. Indivíduos desinformados, com a moral distorcida, dando continuidade as castas já instauradas. Foi e está sendo um golpe baixo e covarde. Me sinto em parte responsável por isso e no dever de retribuir de alguma forma na reparação dos danos que serão causados a nosso país. Daniela Faggiani Dias, Fernando Silvestre Mendes, Amaury Barreto, Zkrlos Souza, Wanderley Gonzales, Gastao Bastos e outros…”

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