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Educação Comunista e Escola Socialista na Pedagogia de N. K. Krupskaya

Li com interesse, emoção e entusiasmo o belíssimo e significativo artigo escrito pelo  Dr.  Adelmar Santos de Araújo, Professor da Rede Estadual de Educação do Estado de Goiás e  de História Contemporânea na Uni-Araguaia e pela Professora  Madalena Pereira da Silva,  Professora e Secretária Municipal de Educação e Cultura de Caldazinha, Goiá.

Fruto de pesquisa sobre o projeto de educação da grande revolucionária russa Nadezhda Konstantinovna Krupskaya o texto é meritoso por denunciar as cruéis e desumanas situações das famílias dos trabalhadores, das crianças, geralmente entregues aos cuidados precários de mulheres idosas ou de irmãos mais velhos, isso em plena fama da chamada educação romântica.

No contexto russo de pobreza gritante, de um lado, com a industrialização precária e com riquezas concentradas, as mulheres e as crianças sofriam as agruras da pobreza, da miséria e da violência.

Por outro lado, a genialidade revolucionária de Nadezhda Konstantinovna Krupskaya a levou a perceber que não há educação libertadora sem um regime econômico e político libertador. Tal façanha só é possível ao socialismo.

No contexto romântico burguês russo impunha-se a censura à divulgação de países que superaram o abandono das crianças e das mulheres, entregues à miséria, à fome, às doenças e à morte precoce, onde era permitido, no entanto, louvar o rei e o nome de Deus.

O Deus desse sistema era a mesma coisa que a discriminação, a exclusão dos trabalhadores, a exploração em larga escala da força de trabalho feminino e ao desprezo das crianças pobres.

Ao cumprimentar os professores Adelmar e Madalena pela contribuição à educação, à análise política e ao desmascaramento da ideologia burguesa, que também na educação causa estragos e marginalização às crianças, aos adolescentes e às mulheres, recomendo a leitura e o debate desta pesquisa.

Sugiro que cliquem aqui sobre a Revista Ciência & Luta de Classes para a leitura da íntegra do artigo.

Abraços proféticos e revolucionários,

Dom Orvandil.

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