Anular o golpe

Em entrevista à TV 247 a Presidenta Dilma Rousseff diz que anular o impeachment é questão de justiça e não de esperança

Referindo-se à pornografia com o dinheiro público e de empresas na compra de deputados corruptos por Eduardo Cunha,  pelo quadrilheiro MiShel Temer e o bando golpista da mídia e do judiciário, neste caso com Sérgio Moro e Gilmar Mendes à frente, Dilma disse que anular o impeachment não é questão de esperança, mas de justiça.

A Presidenta explicou que a esperança é subjetiva, é o que as pessoas sentem e imaginam, de pouco peso na realidade, enquanto a justiça para anular o impeachment feito de pura troca descarada de dinheiro,  feita pelos piores corruptos e bandidos, essas criaturas marginais filhas do nefasto capitalismo, é problema objetivo. É ruptura da democracia, da ética que deveria governar os interesses nacionais e não da moral de modes usado que os golpistas impuseram,  estuprando a soberania, a honra e a democracia nacionais.

Essa questão objetiva impõe-se à sociedade brasileira, notadamente à classe trabalhadora e aos intelectuais, que a tomem nas mãos e levem o STF de roldão na análise das graves acusações de compra e corrupção de deputados e senadores que rasgaram a Constituição,  destituindo uma Presidenta eleita democraticamente e pondo no poder um bando marginal e delinquente, associado ao que há de mais sórdido no Brasil e no mundo.

Deixar essa situação assim, com o processo na gaveta do careca moral Alexandre Moraes, ex advogado do PCC e copiador de ideias alheias em sua  tese de doutorado modelo recita de comadre, é manter a porta do golpe sempre aberta a aventureiros canalhas modelo Cunha e Temer.

“Eu acredito que a questão não é de esperança, é de Justiça. Porque esse padrão de corrupção em que se compra votos para aprovar um impeachment ou para aprovar a impunidade, como é o caso de alguns relatórios que a imprensa faz sobre compra de votos, é um padrão do Temer. Esse padrão foi adotado de forma clara no meu impeachment como está comprovado não por um só, mas por vários relatos”, afirmou a Presidenta  Dilma. “E esse era de fato o padrão do Eduardo Cunha na formação da maioria parlamentar que ele construiu na Câmara dos Deputados”, arrematou.

Veja o vídeo abaixo com parte da entrevista ao Brasil 247  referindo-se à pornografia temerosa do impeachment.

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