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Entidades judaicas brasileiras, ao se oporem à violação dos direitos humanos em Israel,  dão tapa na cara dos fundamentalistas

Os fundamentalistas ditos cristãos brasileiros, numa leitura obtusa e fascista da Bíblia, louvam todas as atrocidades nazistas do sionismo judeu, aliado do imperialismo americano no massacre do direito dos palestinos a ter uma pátria e Jerusalém como sua capital.

Porém, frequentemente há agitações entre o povo judeu em Israel e fora de lá, até mesmo em setores de suas forças armadas,  contra o genocídio e perseguição praticados pelo sionismo que governa aquele país há anos.

No Brasil 4 entidades levantam suas vozes contra os atentados aos direitos humanos pelo governo nazifascista judeu contra africanos e palestinos.

Na nota transparece a noção de que por debaixo  do massacre da mídia nacional e internacional há movimentos nas águas judaicas contra o sionismo desumano e a favor do respeito aos direitos humanos.

Leia a nota das entidades judaicas brasileiras abaixo.

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Diante dos graves violações aos direitos humanos que tiveram lugar em Israel nos últimos dias, tais como a decisão de expulsar os refugiados africanos que buscaram refúgio em Israel, a prisão da jovem ativista palestina Ahed Tamimi e a pena de Morte para terroristas, nós membros da J-Amlat, Amigos Brasileiros do Paz Agora, Meretz Brasil e ASA – Associação Scholem Aleichem de Cultura e Recreação-RJ, vimos a público declarar que:

Os refugiados buscaram um lugar para salvar suas vidas. Muitos deles poderão ser presos e sofrerem risco de vida se retornarem para seus países de origem. A prisão de Ahed Tamimi que se junta a outras centenas de crianças palestinas não teve o mesmo tratamento que recebem os colonos que jogam pedras contra os soldados, os agridem fisicamente e vandalizam equipamentos militares. Sem mencionar os ataques físicos e ameaças de morte contra ativistas israelenses que tentam proteger propriedades palestinas. Apoiamos o movimento Omdim Beyahad em sua campanha “não se prende uma jovem de 16 anos, não se envia uma jovem de 16 anos para uma situação limite”.

Nossa solidariedade com a advogada Gaby Lasky em sua defesa incessante por justiça e os direitos humanos.

A pena de Morte é inaceitável em qualquer país civilizado porque além de imoral não permite a reparação de um erro judicial e vai contra os princípios do judaísmo laico e religioso.

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