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Esperança em Israel: jovens acusam exército de racismo contra palestinos e recusam serviço

Para o desespero de evangélicos fundamentalistas, racistas e inimigos da paz, mas amantes do dinheiro que ganham com “turismos” a Israel e do governo sionista de lá e também para o site conservador  Gospel,  apoiador das teses reacionárias,  machistas e racistas de igrejas  comerciantes da fé, muitos jovens judeus, que conhecem o poder de destruição do sionismo nazista que governa os judeus, revoltados com o racismo contra os palestinos,  recusam servir de bucha de canhão do exército assassino.

Lembremo-nos de que o pilantra Eduardo Cunha foi a Isarel apertar as mãos ensanguentadas do assassino primeiro ministro, o carniceiro Benjamin Netanyahu. E de que Jair Bolsonaro banhou-se no Rio Jordão dizendo que foi batizado.

Aleluia na língua estranha da paz que os sionistas e evangélicos fundamentalistas não conhecem!

Leia abaixo a noticia publicacada pela Agência Sputnik Brasil.

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63 israelenses em idade militar escreveram uma carta aberta às autoridades expressando sua negativa em servir no exército e afirmando que Israel pratica uma política “racista” contra a Palestina.

A carta é dirigida ao primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, ao ministro da Defesa, Avigdor Lieberman, ao ministro da Educação, Naftali Bennett, e ao chefe do Estado Maior das Forças Armadas, Gadi Eizenkot.

“O exército personifica a política racista do governo que viola os direitos humanos básicos e aplica uma lei aos israelenses e outra aos palestinos no mesmo território. Portanto, decidimos não participar da apreensão e da supressão do povo palestino”, afirma a missiva publicada pelo jornal Yedioth Ahronoth.

O texto também acusa o Governo de praticar uma “política de incitamento a nível institucional” dirigida contra palestinos de ambos os lados da Linha Verde — as fronteiras entre Israel e Palestina que são reconhecidas pela comunidade internacional e são prévias à Guerra dos Seis Dias de 1967, quando Israel tomou partes do território palestino.

“Nós nos recusamos a servir no exército porque estamos comprometidos com os valores da paz e sabemos que há outra realidade que podemos criar juntos. Solicitamos aos nossos colegas que perguntem se o serviço no exército realmente possibilita construir essa realidade”, diz a carta.

Não é a primeira vez que um grupo de jovens recusa o serviço militar. 80 pessoas recusaram-se a integrar o exército em 2009 em protesto contra a política do governo israelense em relação à Faixa de Gaza e à Cisjordânia.

Em Israel, o serviço militar é obrigatório para quem completa 18 anos. Os homens devem servir por três anos e as mulheres, dois anos.

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