o machismo mata

Evangélicos que se recusam ao respeito às mulheres e aos homossexuais agridem suas esposas. Nada mais coerente!

Setores evangélicos abominam pensar nos direitos à igualdade de gênero, aos direitos à emancipação feminina e também dos homossexuais.

São defensores intransigentes do casamento heterossexual e da família. Para que?

Pesquisa informa que homens evangélicos querem as mulheres para matratá-las com violência, com espancamentos e o mais profundo desrespeito.

São esses os que aspiram o Estado teocrático. Certamente sonham com aparelhos policiais equipados para rebentar com as mulheres ou para forçá-las a se cobrirem de roupas e de burca, escondendo sua feminilidade.

Veja abaixo o resultado da pesquisa entre mulheres evangélicas e o que disseram sobre os seus “santos” maridos, muitos se dizendo cheios do Espírito Santo.

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A violência doméstica é uma triste realidade no Brasil e uma pesquisa descobriu uma informação ainda mais alarmante: 40% das mulheres que se declaram vítimas de agressões físicas e verbais de seus maridos são evangélicas.

A descoberta é resultado de uma pesquisa da Universidade Presbiteriana Mackenzie a partir de relatos colhidos por organizações não-governamentais (ONGs) que trabalham no apoio às vítimas desse tipo de violência.

“Não esperávamos encontrar, no nosso campo de pesquisa, quase 40% das atendidas declarando-se evangélicas”, diz um trecho do relatório divulgado, de acordo com informações da Rede Super.

A surpresa não é maior do que a preocupação que existe sobre o contexto das agressões: muitas das vítimas dizem sentirem-se coagidas por seus líderes religiosos a não denunciarem seus maridos.

“A violência do agressor é combatida pelo ‘poder’ da oração. As ‘fraquezas’ de seus maridos são entendidas como ‘investidas do demônio’, então a denúncia de seus companheiros agressores as leva a sentir culpa por, no seu modo de entender, estarem traindo seu pastor, sua igreja e o próprio Deus”, denuncia o documento.

Os responsáveis pelo estudo ressaltam, no relatório, que as comunidades de fé onde essas mulheres que sofrem violência congregam precisam agir de maneira diferente: “O que era um dever, o da denúncia, para fazer uso de seu direito de não sofrer violência, passa a ser entendido como uma fraqueza, ou falta de fé na provisão e promessa divina de conversão-transformação de seu cônjuge”, constatam.

Confira aqui.

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