fl_coletivo-mulheres-card

Fé e Luta com a Pedagoga Welda Peres Damasceno: “Militância em coletivo de mulheres”

Nossa sociedade brasileira e as comunidades internacionais se digladiam com as pessoas agarradas em dogmas e verdades, postuladas como únicas certas e representativas absolutas sobre as coisas, os fatos e os humanos.

O sectarismo, infelizmente, se configura em forma de “mosteiros” de ideias, com seus adeptos cercados dos muros das defesas de suas convicções e fechados à críticas e a compartilharem o que sabem com outras pessoas de outros coletivos e comunidades.

O sectarismo enrijece ideias e pessoas, dando-lhes “ares” de donas da verdade e juízas dos outros e do mundo.

Há casos em que o fechamento sobre si mesmo é tão brutalmente absoluto ao ponto de as pessoas darem a impressão de deceparem seus próprios aparelhos auditivos e visuais, cegando-se e ensurdecendo-se a tudo que venha de “fora”. Até mesmo autores e textos lidos e estudados rigorosamente são por elas interpretados de forma única e não coincidente com a universalidade do conhecimento.

O fechamento é impermeável ao diálogo com outras correntes, à fraternidade que une e reforça a mobilização, ao encontro com o cerne comum que serve como energia e alavanca na união popular.

Contudo, o desafio para que todos nos abramos, para que disponibilizemos nossos saberes, para que nos abramos à construção a partir da verdade única e comum que não é de propriedade de nenhum segmento, mas que se disponibiliza a todos, é o que se impõe como necessidade para salvar a humanidade e o planeta, todos seriamente ameaçados de extinção. E, na extinção, não sobrarão os que são mais nem os que são menos verdadeiros e dogmáticos.

Tenho a impressão de que a vida nos dá a grande oportunidade de baixarmos as guardas ou, como diz o povo numa linguagem futebolística, é “hora de baixarmos a bola”. Nessa posição humilde reuniremos as condições de conversar e de ouvir mais uns aos outros e com os diferentes, na busca da vertente de onde jorra a verdade preciosa de que tanto precisamos todos beber.

No ato de baixarmos as guardas caberão os exercícios da autocrítica honesta, da crítica leal e fraterna e da construção das táticas e da estratégia justas à luta que une todas as pessoas antes do desastre fatal, mesmo que sigamos pelos nossos coletivos.

O aprender e o ensinar na luta do coletivo de mulheres é a pauta do PROFRAMA FÉ E LUTA deste SÁBADO, 12/03/22, ÀS 11 HORAS. A convidada da vez é a pedagoga Welda Peres Damasceno, Militante de Mulheres da Região Noroeste de Goiânia, Goáis.

Welda Peres Damasceno nasceu no dia 26 de janeiro de 1973 na cidade de Anápolis, Goiás.

É pedagoga. Humanista. Militante de Mulheres da Região Noroeste de Goiânia, Goiás.

Consulte o Instituto da Consciência sobre a promoção de cursos profissionalizantes, segunda graduação e de pós graduação: https://icg.edu.br/

PROGRAMAÇÃO DO CANAL E DO SITE CARTAS PROFÉTICAS

– Chimarrão Profético: todas as terças e quintas feiras, às 11 horas;

– Leitura Profética: todas as quarta feiras, às 11 horas;

– Fé e  Luta: todos os sábados, às 11 horas;

– Mergulho nas Notícias: todas as segundas feiras, às 10 horas;

– Arte e Vida: todas as sextas feiras, às 19 horas;

– Reflexão do Evangelho: todos os domingos (programa gravado);

– Vigília e Resistência: sextas feiras, às 11 horas;

– Impactos das Notícias: notícias analisadas a qualquer momento (ao vivo).

Apoie este projeto com sua doação  pelo  Pix domorvandil@gmail.com.

Acesse e leia mais. Compartilhe:

Acesse e leia mais. Compartilhe:

Inscreva-se, ative o sininho, comente, dê likes, compartilhe e apoie sempre!

Deixe um Comentário

Você precisa fazer o login para publicar um comentário.