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Filho de Bolsonaro comemora decisão que libera afrontar os direitos humanos na redação do Enem

Jair Bolsonaro é canaleta por onde correm excrementos do ódio fascista do qual a elite capitalista lança mãos na perseguição implacável à justiça social. Os seus discípulos se distribuem em partidos e grupelhos como  MBL, Vemprarua, TFP, DEM, PSDB, Pus Dei, mídia, PSC, esse antro de fundamentalistas racistas, homofóbicos, direitopatas e pela internet a defecar ofensas, agressões e desrespeito.

Pois essa canaleta fétida e psicótica recebeu inestimável apoio cadavérico da ministra presidenta do STF, a senhora Cármen Lúcia. Esta senhora proibiu o ENEM de não corrigir redações ofensivas aos negros, aos gays e à esquerda, mesmo desrespeitosas aos direitos humanos.

Dona Cármen Lúcia deu material ao fascista Bolsonaro filho que ofende a todos os que lutam honesta e apaixonadamente pelos direitos humanos. Carlos Bolsonaro, filho do nazista mor pré canditato a presidente da extrema direita em 2018, chama os direitos humanos de esterco da vagabundagem.

Tudo graças à dona Cármen Lúcia, presidenta do omisso, covarde e traidor STF.

Veja abaixo a reportagem da redação da Revista Fórum.

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A família Bolsonaro comemora uma pauta que conseguiu concretizar sem nem mesmo ter começado oficialmente a corrida eleitoral de 2018: o Supremo Tribunal Federal (STF) liberou redações que ferem os direitos humanos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que começa neste domingo (5).

Para se ter uma ideia de quanto a ministra Cármen Lúcia atende aos interesses ultraconservadores de Bolsonaro e cia, um dos filhos do deputado federal já ironizava com o tema pouco antes do Supremo negar o pedido da procuradoria-geral da República para que as redações que afrontassem os direitos humanos fosse zeradas.

“DICA PARA A REDAÇÃO DO ENEM QUANDO BOLSONARO FOR ELEITO PRESIDENTE EM 2018 – direitos humanos: esterco da vagabundagem.”, tuitou o vereador Carlos Bolsonaro.

DICA PARA A REDAÇÃO DO ENEM QUANDO BOLSONARO FOR ELEITO PRESIDENTE EM 2018 – direitos humanos: esterco da vagabundagem.

A possibilidade de afrontar os direitos humanos sob o guarda chuva da “liberdade de expressão” sem ser punido e, mais do que isso, a demonização do conceito de direitos humanos sempre associado à “vagabundagem” é uma velha pauta dessa ultradireita que encabeça projetos lunáticos e retrógados como o “escola sem partido”.

Para se ter uma ideia, a decisão da ministra Cármen Lúcia nega um pedido da PGR para suspender a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que determinou recentemente a revogação da regra prevista no edital do exame. A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, por sua vez, atendeu a um pedido da Associação “Escola Sem Partido”, que alegou que a regra atentava contra a liberdade de expressão.

Bolsonaro é o mais popular defensor do “escola sem partido”, proposta que vem sendo discutida em inúmeras assembleias estaduais e que visa limitar a liberdade pedagógica dos docentes com base na falácia de que eles estariam “doutrinando” os alunos com ideologias de esquerda. A ideia já foi rechaçada e criticada pela maior parte dos conselhos e entidades educacionais mais respeitadas do país.

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