3 babacas

Fim de semana com três marcas terríveis da loucura e do ódio no Brasil

Querida amiga Orientadora Educacional Maria Estanila Costa, de Belém, PA.

Nosso ambiente político nacional se define por tremenda trepidação política, infelizmente com indícios de gigantesco desrespeito à democracia, ao povo e aos direitos humanos.

Um dos indícios de que o judiciário é sequestrado pelo mercado e por sua elite dominante, sempre insensível, podre pelo ódio e pelo medo do povo,  foi a decisão de caráter persecutório a Lula pelo senhor Luis Roberto Barroso, desgraçadamente ministro do STF,  que proibiu que o PT mencione o nome do ex presidente nos programas de propaganda eleitoral.

Barroso, a serviço da Globo, do mercado, do imperialismo e da gangue golpista,  mentiu na argumentação covarde com o objetivo de enganar a opinião pública.  O ministro disse que o uso do nome de Lula, mesmo que ele não seja candidato, pode induzir os eleitores a erro.

Ora, ora, que falastrão manipulador é o  advogado burguês, que virou ministro por descuido e imperícia do próprio Lula, que mandou uma cobra venenosa para picá-lo dentro de STF. Como covarde e mentiroso não tem a coragem de assumir o medo de Lula como o apartheid tinha de Nelson Mandela na África, usa argumento falacioso para ludibriar.

Como diz o governador Flávio Dino do Maranhão, quem pratica ilegalidade é o Barroso falastrão. Desrespeita a ONU, atropela a Constituição e rasga a lei da ficha limpa no atropelo do processo que prende Lula sem provas, mesmo assim, sujo pelas mãos sangrentas de Sérgio Moro e dos patetas do TRF4, ainda há passos a serem julgados inclusive pelos STE e pelo STF.

Luis Roberto Barroso é o mais gritante sinal de que erramos em não lutarmos mobilizadamente nas ruas para derrubar a ditadura togada que esmaga o povo brasileiro.

Outra nota destoante da justiça, da paz e da Constituição foi a entrevista do “seo” Vilas Boas, ainda general comandante do Exército Nacional.

Ao responder perguntas manipuladas pelo mercado e pelo jornalão golpista, o Estado de São Paulo, Vilas Boas joga ainda mais gasolina no já superaquecido fogo político brasileiro.

O tom da entrevista do general é típico do chefe que delira pensando-se dono do Brasil, do campo político e de sua expressão mais distorcida e meio de enganação, as eleições emolduradas no quadro golpista.

Claramente, ainda que use uma entrevista para emitir juízo fascista e distorcido sobre o processo do ex presidente Lula, coisa ilegal para um chefe de uma das nossas forças armadas,. Mostra indevidamente a intenção de intimidar e intervir no judiciário e no processo eleitoral.

O general Vilas Boas cheira a golpe militar, a tortura e assassinato por torturadores, bem ao estilo do vice de Jair Bolsonaro, o “seo” Antonio  Amilton Mourão,  que chamou o bandido e criminoso de guerra, o torturador e assassino Brilhante Ustra de herói.

Foi ainda mais inapropriado quando afirmou que o cumprimento da decisão da Comissão dos Direitos Humanos da ONU, sobre a qual  Luis Roberto Barroso escarrou e desdenhou,  Villas Boas disse que aceita-la seria afronta à soberania nacional.

Covarde! Mentiroso! Ignóbil!

Sobre o golpe que dinamitou nossa soberania; sobre a venda de nosso patrimônio natural e público às corporações multinacionais e sobre a destruição do Estado brasileiro sob a orientação de criminosos de guerras da OTAN e dos Estados Unidos, ah isso Villas Boas não acha que seja desrespeito à soberania nacional.

O ajoelhamento covarde e traidor  das Forças Armadas à ganância e à rapina internacional o general comandante do Exército Brasileiro não acha que seja aviltamento da soberania nacional.

Covarde! Subserviente! Mentiroso! Ignóbil!

Numa tentativa de recuo, na própria entrevista Villas Boas afirmou que as Forças Armadas são do Estado e que não importa quem se eleja presidente. Importa a elas obedecerem ao chefe da nação.

É isso que aquele general deveria preservar sempre e não se meter onde não deve, fazendo o triste papel de crápula e inimigo do Brasil.

Finalmente deixo a nota triste pela coloração farsante de fascismo para Jair Bolsonaro. O infeliz esfaqueado pelo seu próprio ódio se deixa fotografar com o gesto fascista mostrando as mãos em forma de arma de fogo.

O nazista não muda nem a facadas e derramamento de sangue. A visita que os decadentes Silas Malafia e Magno Malta, levando-lhe latas de veneno para que tivesse munição para continuar sua marcha assassina como candidato, serviu para encostar o capitão defensor de torturadores ainda mais no inferno.

Este fim de semana foi farto em boatos que duvidam que Bolsonaro realmente tenha sido esfaqueado. Alguns até aludem à possibilidade de que a tal facada seja armação da Globo como foi a bolinha de papel na careca sem neurônios de José Serra,  em 2010. Outros, num exercício criativo de teoria da conspiração, chegam a engenhar que a camiseta amarela usada pelo candidato inimigo da democracia não foi perfurada nem manchada de sangue.Com o gesto dos filhos do candidato da Globo e do mercado de usar a camisa dele como fetiche para catar eleitores emocionados, bem no estilo picareta de Valdomiro Santana, dono da Igreja Mundial do Despoder de Deus.

De qualquer forma, se houver alguma coisa nesse sentido,  a malandragem, ao ser descoberta, com envolvimento de tantos médicos, hospitais e enfermeiros, certamente implicará em levante popular, tal será a indignação que tomará conta do país. Se isso for verdade já prevejo a Globo devorada por incêndios em todos os municípios onde houver uma de suas repetidoras.

Portanto, minha amiga professora Maria Estanila Costa, os três sinais de loucura e de ódio também boiam sobre a vida que se move e que insiste em ser mais importante do que as sombras da morte representadas por Barroso, Vilas Boas e Jair Bolsonaro.

Abraços críticos e fraternos.

Dom Orvandi, bispo cabano, farrapo e republicano.

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