facada no genocida

Fracassado como ser humano e presidente, Bolsonaro usará falsa facada nas eleições

Deparei-me com artigo do jornalista Juan Arias do El País  sobre a tentativa de sua excrescência miliciana genocida Jair Bolsonaro e os rachadinhas  da famíglia dele de  usar a falsa facada para culpar partidos de esquerda e emocionar setores do eleitorado brasileiro em 2022.

Juan menciona o excelente trabalho do jornalista Joaquim de Carvalho do Site Brasil 247  intitulado Uma facada no coração do Brasil, que esvaziou a mentira de atentado para martirizar o candidato dos milicianos em 2018.

A hipótese do jornalista do El País é corroborada por várias manifestações que demonstram a intenção em usar Adélio Bispo como um monstro usado pela esquerda. Concordo com as suspeitas de Juan, mas alinhavarei outras demonstrações.

Uma é a de que Jair Bolsonaro é por todo o povo brasileiro conhecido como um preguiçoso e gigolô do dinheiro público. Assim foi quando militar, reformando-se com um baita soldo embora reconhecido como criminoso no estouro de bombas em quarteis de Exército. Depois elegeu-se vereador do Rio de Janeiro e depois deputado federal, passando 28 anos na câmara sem nada fazer,  só embolsando dinheiro público. Na presidência suas chances de acumular dinheiro público são muito maiores. E este osso ele não se dispõe a largar, ainda mais para um cachorro bichado como Sérgio Moro que, segundo sua psicose, o traiu e se coloca no páreo na corrida eleitoral de 2022. Para “ganhar” a reeleição a gangue de Bolsonaro arranjaria “provas” dos vínculos de Adélio até com o comunismo internacional.

Outra razão forte para o inútil atual na presidência tentar usar Adélio e vinculá-lo a movimentos “terroristas” é o alto grau de mentira que o norteia como ser humano e como político.

A demagogia está para os canalhas liberais nas promessas de campanha como a permanente mentira está para o rachadinha miliciano Jair Bolsonaro. Esta compulsão é forte fonte de criação de fantasmas, de atentados e de poderosos artifícios apontados contra ele por inimigos imaginados.

Os interesses da burguesia do mercado que, como bem demonstrou o facínora André Esteves, não titubeia nem sofre de crises psicológicas por questões morais ou de consciência.  Essa casta criminosa por natureza da mais valia, diante da possibilidade efetiva da vitória de Lula e sem a viabilidade da desvairada terceira via, apoiaria uma farsa nova ou na invenção canalha de provas de que Adélio é mesmo o homem que mataria o messias miliciano. E isso, segundo essa visão torpe, emocionaria o eleitorado e Jair Bolsonaro ganharia sua desejada e buscada reeleição.

Ou, ainda, tentaria matar outra pessoa do elenco de concorrentes para fazer de Jair Bolsonaro um presidente solidário, caridoso e pronto a envidar todos os esforços na descoberta do ninho dos assassinos.

Usar a emoção popular para golpear é da prática da burguesia e da direita no Brasil. O falso atentado a Carlos Lacerda no dia 05 de agosto de 1954 na rua Tonelero, em Copacabana, no Rio de Janeiro, visava uma comoção, contando com forte trama imperialista e a burguesia brasileira para derrubar Getúlio Vargas.

Na campanha eleitoral de 2013, no dia 13 de agosto, Eduardo Campos morreu em “acidente” aéreo em Santos, SP. O falso acidente foi com o objetivo de emocionar o eleitorado e carrear a maioria dos votos em Aécio Neves, o golpista mais sujo da república. O projeto não funcionou, com o povo não caindo na arapuca do uso da cadáveres como fator eleitoral, a maioria votou em Dilma Rousseff, reelegendo-a na esperança de que se avançasse no aprofundamento do desenvolvimento nacional com distribuição de renda e com o fortalecimento das lutas dos trabalhadores.

Uma vez que o povo reelegeu Dilma, o que restou às tramas burguesas nacionais e internacionais foi o golpe de 2016 e os desdobramentos com a destruição do Brasil, chegando ao mentiroso e chantagista atual na chefia do governo.

Mas tudo o que a casta econômica nacional e internacional, em total desespero, tomada pela crise que corrói os lucros, o que busca ainda não se completou: as privatizações da Petrobras, da Caixa, do Banco do Brasil, dos Correios, da destruição da Amazônia etc.

Para alcançar esses objetivos, tudo fará. Pruridos morais ela não tem em usar o povo e suas emoções para eleger imorais, bandidos, genocidas e traidores da Pátria como Jair Bolsonaro e Sérgio Moro. Até a “reconciliação” entre eles essa burguesia compraria, sem dúvidas.

Portanto, o campo de guerra abre-se com muito dinheiro e derramamento da honra e do sangue.

Fiquemos atentos, táticos e mobilizados!

Abraços proféticos e revolucionários,

Dom Orvandil.

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