greve de fome

Frei Sergio Görgen  juntamente com Josi Costa e Leila Denise Meurer iniciaram greve de fome na Câmara dos Deputados contra a reforma da Previdência

Frei Sergio Görgen, Josi Costa e Leila Denise Meurer iniciaram a greve de fome na Câmara dos Deputados. (Foto: Divulgação/MPA)

Somados à luta popular que deve tomar conta do Brasil, não somente contra a deformação da Previdência, mas em resistência a todos os atentados à Constituição e pela derrubada completa da quadrilha golpistas, o Frei Sérgio Görgen, Josi Costas e Leila Denise iniciam greve de fome nesta terça feira, dia 05/12/17,  na Câmara dos Deputados.

Certamente este ato se desdobrará por todo o País, levando milhares de patriotas à greve de fome.

É preciso responsabilizar o quadrilheiro e golpista MiShel Temer, Rodrigo Maia, presidente golpista da Câmara dos Deputados e todos os parlamentares canalhas por qualquer dano ou mal que acontecer aos irmãos cidadãos que iniciam greve de fome nas dependências daquila que era a casa do povo, hoje um covil de ladrões, salteadores e quadrilheiros.

Leia abaixo a notícia completa da Redação do Sul21.

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Três integrantes do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) iniciam nesta terça-feira (5), em Brasília, uma greve de fome, na Câmara dos Deputados, em protesto contra a proposta de Reforma da Previdência enviada pelo governo de Michel Temer. Frei Sergio Görgen, Josi Costa e Leila Denise Meurer afirmaram que estão dispostos a enfrentar a privação alimentar para denunciar o nível de retirada de direitos que vem ocorrendo no país. Segundo eles, “esse é um aviso prévio das ações que eles executarão caso essa reforma venha a ser votada”. “A greve de fome significa que alguns passarão fome por alguns dias para evitar que muitos passem fome uma vida inteira”, disse Bruno Pilon, do MPA.

Para o Movimento dos Pequenos Agricultores, as recentes notícias da proposição do relator da Reforma da Previdência, Arthur Maia (PPS-BA), de retirar os trabalhadores rurais da proposta encaminhada para votação representam uma mentira para tentar dividir os trabalhadores da cidade e do campo. “Nem a aparente retirada dos rurais da Reforma Previdenciária nos fará retroceder a luta, essa é uma luta de classe. Se nossos irmãos e irmãs urbanos serão atingidos também seremos, vamos nos manter firmes para barrar esses retrocessos”, assegurou Pilon.

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