Kennedy assassino

Golpe no Brasil foi manejado pelos mesmos que tentaram matar Fidel Castro usando  mafiosos e destruir  com armas biológicas o povo cubano

As manifestações  de 2013 – 2016, “conduzidas”  por marginais como MBL, Vemprarua e segmentos coxinhas fascistas, apoiados pelo reino tucano e demo, foram, na verdade, arquitetadas pela mão invisível que os movia a pedir intervenção militar e outras nojeiras, que acabaram por colocar no poder a pior das quadrilhas brasileiras, das máfias corporativas que governam os Estados Unidos.

Essas mesmas corporações são as que manipulam nosso tesouro nacional e compram delinquentes altamente predadores da nossa Constituição, que atuam no Congresso Nacional, no judiciário e na mídia.

As elações são facilmente perceptíveis se considerarmos a barbárie que fazem no Iraque, no Afeganistão, na Líbia, na Síria, em Gaza. Lá se aliam a bandidos como o Estado Islâmico e os assassinos da indústria de armamentos e aqui a traidores da Pátria no Congresso Nacional, no judiciário, na mídia, nas igrejas e em setores da indústria, do agronegócio, dos bancos e do comércio.

A história é implacável na abertura de seus arquivos, que despejam cadáveres  fétidos e podridões dos criminosos da elite dominante internacional.

Interessante, a própria CIA, um verdadeiro e poderoso antro germinador de crimes e ataques aos direitos dos povos e das nações,  vomita os registros guardados a milhares de chaves, onde são escondidos os piores bandidos e planos assassinos, promovidos pelos Estados Unidos.

“Através do site dos Arquivos Nacionais dos EUA, vários detalhes foram revelados, incluindo os relatórios e memorandos da Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA, na sigla em inglês) sobre as tentativas de assassinato do falecido líder cubano Fidel Castro, bem como de líderes diferentes no mundo.

De acordo com um relatório de 1975, “os planos da CIA — apoiados por uma série de esquemas estranhos — incluíram algum contato com elementos do crime organizado” para realizar o assassinato de Fidel. Os métodos considerados pela agência dos EUA foram “o veneno, as pílulas de botulismo e o uso de grupos cubanos no exílio”, diz o documento.

De acordo com outro arquivo de 1975, a CIA tentou assassinar o homem que liderou a Revolução Cubana “em datas iniciais como 1959 ou 1960”, ao mesmo tempo que os EUA começaram a orquestar os preparativos para a intervenção militar fracassada por playa Girón, na Baía dos Porcos, realizada em abril de 1961.

O mesmo relatório desclassificado revelou que Robert Kennedy, irmão do ex presidente dos EUA e que serviu como procurador-geral dos EUA, estava ciente de um enredo envolvendo a contratação de um homem armado que dispararia contra Fidel Castro.

Outro memorando do FBI, datado de 26 de fevereiro de 1964, revela os detalhes de uma reunião no Estado americano da Flórida, na qual as autoridades estadunidenses concordaram em alocar US$ 100.000 pelo assassinato de Fidel Castro, US$ 20.000 a mais do que o assassinato de seu irmão Raúl, e a mesma quantia a ser paga pela morte do guerrilheiro argentino Ernesto ‘Che’ Guevara”, informa a Agência Sputnik.

Na tentativa de vencer a revolução cubana, ainda bem inicial, “as autoridades norte-americanas estudaram a possibilidade de realizar uma sabotagem agrícola contra Cuba para destruir as colheitas do país através de armas biológicas, informou um dos documentos desclassificados em 27 de outubro.

Os dados sobre os planos obscuros contra Havana se encontram em um documento sobre a reunião de um grupo especial dedicado à chamada Operação Mangusto. O encontro ocorreu em 6 de setembro de 1962. O general Carter, que participou da reunião, sugeriu usar “agentes biológicos disfarçados de substâncias de origem natural” para destruir as colheitas cubanas.

“O general Carter sublinhou a vulnerabilidade extrema de qualquer operação desse tipo e as consequências terríveis que ela poderia ter se algo corresse mal, especialmente se aparecesse alguma prova evidente do envolvimento dos EUA”, lê-se no documento.

McGeorge Bundy, o assessor de segurança de John F. Kennedy, advertiu por sua vez que não era adequado usar substâncias químicas ou similares se não fosse possível esconder todas as provas de sua utilização.

O documento também contém uma proposta de discutir um plano de “ataque contra os funcionários soviéticos que se encontram no território de Cuba”. Mas nos documentos revelados não há mais detalhes ou explicações sobre este tema.” (Sputnik).

A diferença entre o terror do golpe no Brasil é que o povo cubano organizado e em processo profundo de educação política resistiu até de armas em punho para proteger sua revolução e seus líderes.

Colabore com o Cartas Proféticas que analisa as notícias, busca os nexos com o todo, com as causas e os efeitos e critica  propositivamente.

Compartilhar:



Responder

Seu email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *.
Os comentários expressam a opinião de seus autores e por ela são responsáveis e não a do Cartas Proféticas.