comandante uruguaio

Governo uruguaio, democrático, prendeu general que opinou politicamente

O país vizinho, o Uruguai, já sofreu ditadura fascista inominável, para onde torturadores brasileiros como Bilhante Ustra, Pedro Selling, Sérgio Fleury e outros bandidos,  ídolos de Jair Bolsonaro,  exportaram técnicas de tortura dos tempos da escravatura, outras importadas da Inglaterra e aperfeiçoadas nos porões fétidos do golpe empresarial-militar,  comandado por generais corruptos, criminosos e nazistas.

Graças à luta dos trabalhadores que se travou com a classe dominante daquele país a ditadura sanguinária de lá foi banida e os milicos bandidos presos, julgados, expulsos das forças armadas e condenados à luz de julgamentos justos e constitucionais.

Desde a implantação da democracia progressista os militares passaram a respeitar seu comandante em chefe, o presidente da república. Os uruguaios são presididos por homem digno, democrata e eleito pelo povo, ao contrário do Brasil que não tem presidente, mas um vampirão velhaco, membro da quadrilha que deu golpe de Estado e massacrou nosso Estado de direito.

Nesta semana a democracia uruguia foi testada e aprovada. O comandante em chefe do Exército do Uruguai, Guido Manini Ríos, opinou sobre a reforma  que o governo tenta passar no Parlamento.  Trata-se de uma reforma do sistema de pensões militares e uma nova lei orgânica para as Forças Armadas.

Graças a opinião pública vedada constitucionalmente  a militares  o comandante fica preso por 30 dias porque se manifestou sobre um projeto de lei proposto pelo governo do país. O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, [o militar] atua de boa fé e com a lealdade institucional que devem ter as Forças Armadas, mas se equivocou”. “Em função disso, sofreu sanções”, afirmou Vázquez, segundo declarações difundidas no portal da Presidência. O governo tenta passar no Parlamento uma reforma do sistema de pensões militares e uma nova lei orgânica para as Forças Armadas. A sanção foi imposta na segunda-feira (10).

É sempre bom aprendermos com os vizinhos. Os militares, incluindos os comandantes das forças armadas, devem obediência ao Presidente da República. Quando essa hierarquia assentada em lei é violada eles são punidos.

Este valor o povo brasileiro, ao se mobilizar organizadamente para expulsar os vendilhões golpistas,  recuperará na Constituição.

O general Eduaro Villas Bôas foi desrespeitoso, moleque e irresponsável ao ameaçar o judiciário brasileiro, este desmoralizado pelo golpe, ao demonstrar preconceito e fazer fofoca contra o ex presidente Lula, sem que nada acontecesse ao comandante do Exército.

Antes o general Antonio Amilton Mourão, de dentro de uma lógia massônica em Brasília,  ameaçou o Brasil de golpe militar e nada lhe aconteceu porque neste caos de um país sem Constituição e sem presidente da república ninguém respeita nem obedece ninguém.

Mas se aproximam os dias em que os desordeiros e marginais da lei serão chamados e prestar contas de sua desordem.

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