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Grupos se prestam à manipulação pelos Estados Unidos no Irã como no Brasil

Por Dom Orvandil

Li na Agência Reuters que setores da população iraniana se deixam enrolar pelas manobras golpistas e assassinas dos Estados Unidos,  se prestando a manifestações contra o seu governo.

Entre as agressões  dirigidas aos que tentam enfrentar a dureza das sanções econômicas tiranas impostas pela máquina americana da guerra acusam-no de mentir sobre a queda do avião quando, na verdade,  o governo optou pela verdade de que houve erro humano no abate da aeronave ucraniana,  que sobrevoava aquele país. “Eles estão mentindo que o nosso inimigo é a América, nosso inimigo está aqui”, escreveram pelo twitter os adesistas do império inimigo dos povos, leais aos Estados Unidos e desleais com sua pátria.

Ignorando o fato de que os Estados Unidos no Irã, contando com a colaboração do sionista estado nazista  israelita, que espionou o general iraquiano Qasem Soleimani, oferecendo-o numa bandeja para ser morto pelos militares terroristas dos USA, como o depravado Herodes fez  ao decapitar João Batista,  nessa conjuntura internacional, puxando  capachos como o embaixador da Inglaterra.

Tais grupos ignora, tudo indica que de propósito porque aliados da pirataria internacional, que  sempre os USA promovem  tumultos pelo mundo,  ativando massas boiadas para derrubar governos, agora também cooptou o embaixador da Inglaterra para ‘mobilizar’ a boiada,  com o louco Donald Trump “…se aproveitou da situação de escalada da instabilidade no Oriente Médio para declarar, neste sábado, apoio a manifestantes que estão protestando contra o governo iraniano”, como informa a Agência Sputnik (e aqui).

“Moradores do Irã disseram à Reuters que a polícia estava com forte presença nas ruas da capital neste domingo, enquanto cresce a irritação da população após dias de negativas de culpa por parte das autoridades, mesmo após Canadá e Estados Unidos afirmaram que um míssil havia derrubado o avião.

No sábado, parte da população projetou  “…  raiva ao líder supremo da República Islâmica, o aiatolá Ali Khamenei”  e o presidente iraniano, Hassan Rouhani.

A mídia, sempre a serviço do império, do golpe e das mazelas que os oligopólios esparramam pelo mundo, agora no Irã, lá também ensaboa as manadas com ofensas ao aiatolá Ali Khamenei,  pressionando que ele peça “desculpas e renuncie”, escreveu o jornal moderado iraniano Etemad, em sua manchete, no domingo, dizendo que a “exigência do povo” era a renúncia dos responsáveis pela má condução da crise do avião.

Apesar de o mundo caminhar cada vez mais para a interconexão na compreensão da realidade há amplos segmentos que se matem nas trevas e dos esgotos se prestam a servir aos poderosos inimigos da paz e dos povos.

Como fermentos arruinados se porjetam para fora do lixo copiando as manifestações manipuladas nos paíse árabes, no Brasil, nas tentativas contra a Venezuela e contra a China com os bobos de corte em Hong Kong com os falsos protestos, na verdade querendo destruir o socialismo e colocar abaixo o BRICS, esse bloco econômicos de defesa dos países pobres,  que os Estados tanto temem e dele têm inveja.

Aqui no Brasil ainda há quem pense ainda que as manadas que saíram as ruas em 2013 realmente se moviam pelo interesse do combate à corrupção, da mesma maneira como turbas alienadas feita de traidores da classe trabalhadora se excitaram marchando atrás de cartazes com fotos gigantescas do traidor Joaquim Barbosa, a besta mor do falso mensalão.

Até hoje ditos militantes da esquerda eleitoral  acham que aquilo, em 2013, era por pressão por mudanças. Inocentes úteis e bobos jamais entenderam que era a marcha do golpe de Estado fascista, instalado em nosso país através das piores sujeiras e traições de nossa história.

Portanto, ao contrario das molezas socialdemocratas brasileiras e de outros países, com sua forças armadas, congresso  nacional e judiciário  vendidos e traidores a favorecer milicianos e fascistas na abertura de caminhos ao golpe,  que nos achata e desonra, é necessário e justificável que o governo revolucionário  iraniano seja rígido na defesa da revolução e do interesses do seu povo ante as ameaças do inimigo do mundo, os Estados Unidos.

Os traidores internos têm que ser enfrentados com força e disciplina. Eles não entendem outra linguagem que não a do peso revolucionário dos poderes comprometidos com seu povo e com a dignidade da soberania de seu país.

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