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Injusta a acusação de que Flávio Bolsonaro fez crítica ao Hamas ao desejar que o grupo se exploda

Repercutiu amplamente a twittada que o senador Flávio Bolsonaro deu quando desejou que o grupo militante palestino se explodisse e depois a apagou,  motivado por aquela coragem modelo fujão do pai dele.

Flávio não fez nenhuma crítica ao Hamas e aos palestinos. Nem poderia fazê-lo.

Não há como um boçal de mente “antificada” fazer críticas a alguém ou à alguma coisa.

Crítica é coisa séria e sofisticada que somente pessoas inteligentes, de mentes científicas,  humildes diante dos fatos e da realidade podem fazer. Isso somente depois de pesquisa rigorosa, de estudos e consultas a fontes do mesmo porte.

A crítica só pode ser exercício também de quem é ético,  comprometido com a verdade e em contribuir com algum conhecimento e com o desenvolvimento das pessoas, das nações e dos povos.

Ora, todos sabemos que esses não são os casos de Flávio nem de sua famiglia,  nada dotada de honestidade intelectual, de inteligência buscante, humilde e contribuitiva.

Flávio e sua gangue não podem fazer críticas porque não são dotados dos valores que norteiam pessoas de capacidade e sagacidade interessadas no bem do Brasil e da humanidade.

Flávio e sua corriola não possuem predicados para fazer crítica. Por isso em relação ao Hamas, um grupo sério e honrado de militantes palestinos, esse um dos pimpolhos do ignorante e grosseiro pai capetão Jair, o que fez foram provocação, agressão, vômito de preconceitos, de ódio e servilismo ao sionismo nazista israelita e aos mafiosos estadunidenses, entre eles Donald Trump e Steve Bannon, o marqueteiro nazifascista.

Graças aos papeis sujos e burros de Flávio, de Jair e de Ernesto Araújo – o chanceler mais imbecil da história do Itamaraty –  os próprios apoiadores de botas ensanguentadas do agronegócio, sempre dispostos a pisar e a matar indígenas, quilombolas e os pobres agricultores, se sentem prejudicados nos negócios de exportação de carne, derivados, sementes e alimentos vários por causa das ofensas aos árabes, que deixam de comprar do Brasil para importarem da Índia e de outros países.

Pior, os chefões do agronegócio apedrejaram e atiraram balas na caravana de Lula, quando o ex presidente visitou o Sul do Brasil, porque apoiaram a candidatura do fujão, que inventou facada, atestados médicos e mentiu para fugir de debater o Brasil na campanha porca que fez em 2018.  Com essas agressões preconceituosas do miliciano adorador de assassinos da ditadura quem perdem são a agricultura e a economia brasileira, com menos dinheiro,  mais pobreza e miséria.

Agressões, que não têm nada de criticidade são de tal monta preconceituosas e esquizofrênica que, ao tomarem partido do sionismo do primeiro e fracassado ministro de Israel, graças a pressões dos fundamentalistas evangélicos do Brasil, ignoram a geografia e as estatísticas populacionais dos povos árabes, que precisam se alimentar com os produtos do Brasil.

Enquanto os fundamentalistas instalados na gangue que desgoverna o Brasil privilegia o grupo assassino, racista e nazista que coloca Israel contra os palestinos e os árabes as nações destes têm populações infinitamente mais numerosas e mercados mais promissores do aquele que privilegia Jerusalém como capital de um país roubado de uma tradição libertadora.

O Egito tem 97, 55 milhões de habitantes; o Irã 81, 16; a Turquia 79, 81; o Iraque 38, 27; a Síria 18, 27; o Emirado Árabes 9, 4 enquanto Israel conta com uma das menores populações e minguados mercados entre todos: apenas 8, 712.

Mas dados assim não constam das ofensas, racismos, grosserias e burrices de gente como Flávio, Jair Bolsonaro e a cobra venenosa evangélica Ernesto Araújo.

Portanto essa gente não faz críticas nem poderia fazê-lo.

Dom Orvandil.

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