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Injustiça à memória de Judas: o marreco de Maringá “traiu” um miliciano mafioso e não Jesus

Por Dom Orvandil

O miliciano Jair Bolsonaro, que o marreco de Maringá ajudou a eleger e o chama de “presidente”, de quem foi “ministro” mafioso, não tem nada a ver com Jesus, embora tenha tomado banho no Rio Jordão, num espetáculo preparado em laboratório imperialista,  com o objetivo se tornar vaziamente um símbolo falsamente messiânico, para seduzir o gado cego, surdo e ignorante, das tropas tocadas pela Avenida Paulista e pelas ruas do Brasil, bem como os “neopicaretas” comandados pelos “pastores” coronéis,  se dizendo “somos milhões de Moro”, “somos milhões de Cunha”, como marcharam antes em adoração ao traidor Joaquim Barbosa.

O miliciano protofascista foi à sua conta no twitter hoje, dia da seção de espetáculos midiáticos promovida pela  mídia golpista e pela polícia federal de Curitiba, amiga e velha frequentadora das “artes” de esgoto do traidor da Pátria, Sérgio Moro, para se dizer traído pelo Judas da republiqueta cloacal de Curitiba.

Não sei se os “neopicaretas” e os coronéis donos de igrejas, chefes de gados domesticados, fornecedores de pastos dizimistas, dirão “amém” para essa injustiça que o “messias” deles comete com Judas, o Iscariotes.

Nada a ver. Nem na traição e na qualidade do material do atual esgoto miliciano, o marreco de Maringá, que só nada e mergulha em lagoas absolutamente podres e fedorentas, se compara com o personagem neotestemantário, que era infinitamente melhor e mais digno do que Moro. Judas, quando percebeu a mega violência que cometera ao servir de instrumento e armadilha para a falsa condenação e assassinato de Jesus, teve a dignidade de sentir remorso e de se suicidar.

Judas integrava a corrente farisaica zelótica, que lutava e fazia guerrilha para derrubar e destruir o nefasto império romano.

A ação política de articulação com os sumos sacerdotes e anciãos do templo, promovida pela corrente de Judas,  foi contra Jesus e não um bandido, que tenha tomado algum governo abaixo de dinheiro, corrupção, elogio a torturadores assassinos, um delinquente que só sobreviveu ao posto de capitão graças a arranjos do superior militar,  que se compôs com a ditadura para preservar esse marginal vivendo à custa de altos soldos militares, sem nada fazer pelo exército nem pelo povo brasileiro.

Enquanto deputado federal por 28 anos, o miliciano Bolsonaro só atuou no espaço do parlamento na defesa dos interesses dos piores ratos nacionais, os milicianos elevados depois á nefasta condição de força armada, explorando os pobres, roubando na construção imobiliária, perseguindo os religiosos afrodescendentes, candomblés, homossexuais, homoafetivos, os comunistas e os militantes dos direitos humanos. Isso Jesus não tem e jamais teria em sua jovem biografia.

De um lado,  o currículo de um párea social amparado pelos bancos e demais setores do mercado dominante, mais do que isso, um ativista da destruição do Brasil, na humilhação dos trabalhadores e no genocídio dos pobres de dos velhos. De outro,  a biografia retratada por Mateus, Marcos e Lucas do Jesus radicalmente comprometido com os mais sofridos pobres esmagados pelo império romano, com o anteparo do poder religioso de seu tempo. Esse Jesus acolheu e libertou mulheres aviltadas pelo machismo e pela religiosidade dos hipócritas, que abriu os braços para as crianças que não valiam nada à luz dos adultos do templo, engajou na sua marcha libertadora trabalhadores-pescadores mal tratados dia e noite pelo mercado imperial romano e pelos donos do templo etc.

Os currículos e agendas do delinqüente Bolsonaro, comparsa ontológico do traidor da pátria Sérgio Moro, o desqualificam para ter um Judas como seu apunhalador pelas costas.

Sérgio Moro não tem o status de Judas. Pelo contrário. A agenda do marreco está mais para Brutus, que apunhalou seu próprio pai adotivo, Júlio César, dentro do palácio do império romano,  do que para o Judas das campinas, montanhas, estradas empoeiradas, lagos da Galileia e ruas da Palestina percorrida por Jesus e por ele.

Não há traição do marreco de Maringá ao miliciano Jair Bolsonaro, pelo menos à luz do arquétipo representado por Judas.

Entre os dois comparsas apenas se dá uma briga pela partilha dos maus frutos da traição à pátria.

Bolsonaro, com sua biografia e agenda não tem nenhuma semelhança com Jesus, mesmo com o segundo nome psicótico “messias” e que tenha se banhado no Rio Jordão sob a maldição de um coronel picareta, chefe analfabeto de uma igreja assembléia de deus do Rio de Janeiro.

O marreco de Maringá também nada tem de relevante que o assemelhe a Judas, que teve a dignidade consciencial do remorso da traição e do suicídio.

O que há entre o marreco de lagoas sujas  e o miliciano rachadinha do Palácio do Planalto é briga de marginais, traidores e  delinqüentes da pior espécie.

Deixem Jesus e Judas fora dessa briga de bugios e bandidos!

Participe da campanha de solidariedade ao Cartas Proféticas. Reforce-a com seus contatos e amig@s: http://cartasprofeticas.org/colabore.  

 Acesse também e compartilhe:

– O “deus” do site neopicareta gospel prime não ouve as orações fundamentalistas de fascistas golpistas.

– Mensagem do Congresso Nacional de Lutas Contra o Neoliberalismo ao povo brasileiro: 1º de maio!

– Dia dos trabalhadores: “Lenin e a análise concreta da situação em relação ao partido da classe trabalhadora”.

– Marreco também tem medo de chumbo: Sérgio Moro teme atentado! Ora, ora…

– Dize-me como o povo é tratado nessa pandemia e dir-te-ei qual classe governa o teu país.

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3 Comentários

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