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Intelectual justo sobe o tom no enquadramento da quadrilha de jagunços da lava jato

Foto montagem do Jornal GGN

Caríssimo  Gilberto Maringoni, ilustre Professor da ameaçada Universidade Federal do ABC Paulista

Cumprimento-o pelo belíssimo e honesto texto publicado em sua conta no Facebook e divulgado pelos maiores sites da mídia progressista web.

Meu caro Gilberto, pessoalmente vivo situação de nojo e revolta com pessoas de todas as áreas por tratarem com distinção e honrarias a delinqüentes e bandidos da pior espécie.

Por exemplo, numa certa oportunidade fui ao velório de Mauro Borges Teixeira, figura histórica aqui de Goiás, que enfrentou a ditadura com altivez, sem lamber as botas dos milicos safados  e golpistas pró imperialistas, quando entrou no ambiente Marconi Pirillo, faceiro como inseto sob holofotes da mídia comprada, o governador bicheiro e o mais corrupto ocupante do Palácio das Esmeraldas que,  como leiteiro na lida de puxar tentas de vaca, apertou as mãos de todas as pessoas que velavam o filho de Pedro Ludovico, fundador de Goiânia. Ao chegar em mim não lhe estendi a destra. Com isso, sofri olhares semelhantes aos dos torturadores que me agrediram nas ruas do Brasil, mas não cumprimentei a quem usurpou  a confiança e os votos do iludido povo deste Estado.

Sei que o Arcebispo da Arquidiocese de Goiás, Dom Washington Cruz,  vivia em companhia do pilantra, achando-o um santo,  bem como todos os coronéis de igrejas, do agronegócio e dos partidos daqui. Por isso e por outras razões que me neguei a sujar meu cumprimento com um ser humano tão ignóbil e comprometido com o roubo dos pobres.

Porém, caro companheiro e colega Maringoni, é enojante assistir jornalistas e tantos outros tratando delinqüentes, traidores da Pátria, criminosos, jagunços protetores do assalto ao nosso País, tratando Deltan Dallangnol, por exemplo,  pelo nobre título de Procurador, quando ele nunca o foi, a não ser que queiram se referir a ele como procurador de dinheiro sujo, de apoiadores golpistas e de negócios com o mercado neoliberal e cúmplice das guerras contra os povos e os pobres.

Causa-me asco o tratamento “elegante”  ao marginal burguês Sérgio Moro, traidor mor do Brasil, peão dos negócios subterrâneos dos Estados Unidos e de suas corporações de mercado. Como tratar esse criminoso de ex juiz e de ministro da justiça de um governo bando de milicianos  e safados assassinos, que nem mercê o apelido de marreco por ofender essas essa espécie limpa e de nado artístico?

Que juiz foi Sérgio Moro? Que justiça fez o delinqüente da Constituição, que desrespeitou sempre os mandamentos básicos da magistratura? Que justiça fez o “conje” dos de direita, estuprador do direito e da verdade?

Como chamar de juiz, apenas por um falso respeito, a um bandido sustentado por altos privilégios de altos salários e privilégios sustentados pelo roubo dos impostos da nossa perseguida e afrontada classe trabalhadora?

Acesse para tentar entender um bocado da “ideologia” psicótica de Bolsonaro.

Como e por que denominar de ministro ao farsante que não tem o menor compromisso ético com justiça e com segurança pública? Só por que o pilantra foi empossado assinando o ato de posse com uma caneta big?

Como considerar ministro a quem serviu de cabo eleitoral, primeiro do Aécio do Pó Aeroporto Esbofeteador de Mulheres Neves, de quem era amigo íntimo, sem esconder tal amor do público e depois do subproduto do que havia de pior no parlamento brasileiro, um sócio de gangues milicianas do Rio de Janeiro, o misógino e fascista Jair Bolsonaro, fantoche de Donald Trump?

O mal de muitos destes formalistas é, no fundo, rendição burguesa à classe dominante, composta de coronéis e de chefes assassinos econômicos do povo e de manipulada classe trabalhadora.

Leia também sobre a dicordância de Bolsonaro do Papa ao defender a “imparcilaidade” de Ségio Moro.

Como chamar de presidente da república a Jair Bolsonaro, um mentiroso que usa todas as máscaras para enganar: a religião, o medo da insegurança, o moralismo fundamentalista, a família, a verdade, a pátria, os seus símbolos  e tudo o que pode para manter nosso povo amarrado ao fundo da miséria e da injustiça?

Como considerar como pastores, padres, bispos, cardeiais, missionários  e apóstolos aos saqueadores apoiadores do golpe, que trocam dinheiro e vantagens pela honra e pela dignidade de nosso povo?

Nada, professor, eles não são dignos desses títulos, que sevem a pessoas sérias e comprometidas com nossa honradez nacional. Cerimônias, formaturas e atos de posse não conferem o conteúdo objetivo dos cargos por si.

Deltan Dallagnol pousar de pregador religioso não significa nada se ele não passa de mentiroso, golpista, de fariseu barato, de anteparo caro para reacionários e fascistas que golpeiam a republica.

Sérgio Moro, ignorante, analfabeto refinado com doutorado, não merece os títulos que ostentou e os que ostenta. Tudo nele é vazio e fede a podridão,  da mesma forma que o chefe da gangue instalado na presidência.

.Penso e afirmo sempre, meu caro catedrático da UFABC, professor Gilberto Maringoni, que o Jornalista Gleen Greenwald (este sim Jornlaista com “J” maiúsculo) faz-nos o grande favor ao escancarar a cloaca a partir da qual sempre se moveram os jagunços e criminosos da lava jato, esse antro sem mérito algum para o Brasil, que sempre serviu de biombo para esconder os quintas colunas inimigos de nossa soberania nacional. Mas quem deve fazer o serviço de limpeza desse antro e depurar o Brasil para sempre, arrancando todas as raízes que insistem em rebrotar em forma de lacerdismo, de jaguncismo, de psbismo, de psdemismo, de emedebismo, de pslismo, de globismo, de collorismo, de fhcismo, de morismo, de boslonarismo, de dallagnolismo, de lavajatismo, de neoliberlismo e de fasicismo é o povo brasileiro organizado e mobilizado.

Trincheiras cloacais como essa merda chamada lava jato e seus merdas lavajateiros,  sem lei e sem patriotismo,  só se desmonta a partir  das trincheiras da luta.

Os marginais se escondem na lava jato para usarem os nomes de Lula e de outros patriotas como barganha para seus golpes e negócios sujos.

Eles não seriam nada sem Lula e sem Dilma. Não existiriam  sem o roubo da confiança e sem o estupro da inocência de nosso povo.

Portanto, parabéns pelo seu artigo corajoso e justo, que profeticamente põe os atores do mal nos devidos lugares ao denominá-los corretamente de jangunços.

Eles são a pior espécie de jagunços porque servem aos senhores da guerra internacional, que bombardeiam os povos, desterram multidões e roubam as riquezas naturais dos países.

Bem diz o parágrafo de  encerramento de seu texto: “Salve Moro, Dallagnol e o rebotalho juramentado que os acompanha! Eles agora estão no palco nus, com as partes de fora, sem maquiagem, sem disfarces e sem mais nada, na inteireza de sua repugnância moral”.

Ousar lutar e ousar vencer são marcas do povo em marcha. Venceremos!

Abraços críticos e fraternos,

Dom Orvandil.

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