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Israel mata 55 palestinos no dia da inauguração da embaixada dos EUA em Jerusalém e o modelo imperialista

O modelo imperialista aplicado por Trump, sempre violento contra os pobres e massacrantes dos países, é o de jamais escutar os clamores dos oprimidos e mover-se compassivo  em sua direção.

O modelo da surdez, que invalida o outro,  que se atola nas injustiças desumanas, é o mesmo estendido aos capitães do mato nos países que se perfilam com o império.

No Brasil, desde o golpe de Estado dado em conluio entre judiciário, mídia, setores das forças armadas, do empresariado, principalmente dos bancos e do parlamento feito de canalhas, sabemos que em todos estes setores seus agentes não ouvem e não vêm o povo.

A imposição da mudança da embaixada dos Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém é típico do modelo dos que preferem matar a bala, a bombas e a canhões os palestinos, que apoiados por todo o mundo civilizado protestaram contra a decisão de Trump de fazer de Jerusalém a capital esclusiva de Israel,  a ouvir os clamores dos palestinos. Tanto que Trump, mesmo que derramando  o sangue de dezenas de pessoas se gaba e se exalta sobre os cadáveres e os feridos, afirmando que hoje foi “um grande dia para Israel!”

Leia a notícia baixo e horrize-se com a monstruosidade do imperialismo estadunidense, que joga bomas contra palestino e dá golpes contra os trabalhadores e pobres no Brasil.

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Sputnik.  As forças de segurança de Israel mataram ao menos 55 palestinos que protestavam contra a transferência da embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém nesta segunda-feira (14). Outros 1.200 ficaram feridos após a manifestação na Faixa de Gaza.
Foi o dia mais violento na região desde o conflito entre Hamas e Israel, em 2014.

Os manifestantes de Gaza colocaram fogo em pneus, lançaram bombas incendiárias e pedras contra as tropas israelenses do outro lado da fronteira. O Exército israelense, criticado internacionalmente por usar força excessiva contra manifestantes desarmados, disse que o Hamas tentou realizar bombardeios e disparar ataques sob a cobertura dos protestos e divulgou um vídeo de manifestantes arrancando partes da cerca de arame farpado.

“O que vimos hoje foi uma violência sem precedentes ao longo da cerca”, disse Ronen Manelis, porta-voz militar de Israel. “Estamos protegendo os cidadãos de Israel. Estamos defendendo nossas casas”.

Os protestos, que já duram mais de um mês, também pedem o fim do bloqueio das fronteiras da Faixa de Gaza feito por Israel e Egito. A transferência da embaixada dos EUA, todavia, colocou mais combustível nas manifestações.

Não houve praticamente nenhuma menção à violência em Gaza na cerimônia de inauguração da nova embaixada, um edifício consular reformado localizado a apenas 80 quilômetros de distância dos assassinatos. O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu esteve presente no evento.

Jared Kushner, genro de Trump e principal assessor do Oriente Médio, foi o chefe da delegação dos EUA com sua esposa e conselheira da Casa Branca, Ivanka Trump, além do secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, e quatro senadores republicanos. O super-doador republicano Sheldon Adelson também estava presente — além dos pastores evangélicos Robert Jeffress e John Hagee.

“Um grande dia para Israel!”, escreveu Trump no Twitter.

Israel anexou a parte leste de Jerusalém em 1967 — um movimento não reconhecido pela comunidade internacional. O presidente palestino, Mahmoud Abbas, furioso com a cerimônia na embaixada, disse que “não aceitará” nenhum acordo de paz proposto pelo governo Trump.

O presidente palestino também pediu que a comunidade internacional condene o que ele classificou como “massacres” realizados por tropas israelenses em Gaza, e autoridades disseram que os palestinos vão apre. sobre a construção de assentamentos.

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