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Jair Bolsonaro e o descalabro na economia impõem a fome às crianças

O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) do Ministério da Saúde mostra o fracasso intencional do governo de sua excrescência miliciana genocida Jair Bolsonaro e o vazio de política às crianças,  que lhes permita acesso à alimentações de qualidade.

O escândalo na ameaça do presente das crianças e do futuro do Brasil se demonstra no fato de que apenas uma em cada quatro  das que são acolhidas nos serviços de Atenção Básica com 3 refeições diárias (café matinal, almoço e janta). O estudo aponta que de janeiro a outubro de 2021 tão só 26% das crianças atendidas pelo SUS,  em idades entre dois a nove anos,  se alimentavam pelo menos com as três principais refeições.

Em 2020 o SISVAN indicou índice mais triste no que tange a alimentação das 21% das famílias brasileiras entrevistadas: apenas 1 em cada 5 crianças tomavam 3 refeições diárias.

A fome ataca mais agressivamente as crianças de famílias mais pobres, atingidas pelo desemprego e pela perda de renda. “Geralmente, tendem a ser negras ou pardas e a morar nas regiões Norte e Nordeste”, explica Naércio Menezes Filho, membro do Comitê Científico do Núcleo Ciência pela Infância (NCPI).

A plataforma DataSus, do Ministério da Saúde estampa na nossa cara  um terrível  dado desta realidade desumana: em 2021, até o mês de setembro, já constam  registros de 3.061 mortes de crianças de 0 a 9 anos por desnutrição no país. Ao longo  do ano de 2020, chegamos a quase 4 mil mortes.

O economista Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas do Instituto de Ensino e Pesquisa – Insper -, defende programas de distribuição de renda, a exemplo do Bolsa Família, como política pública essencial no combate à fome. Ele também alerta  a respeito da ameaça de perder-se conquistas obtidas nas últimas décadas. “Estamos correndo risco de retrocesso por conta da recessão, da pandemia e de políticas equivocadas na saúde, na educação e na assistência. Se nada for feito, perderemos os avanços das últimas”, profetizou o economista Menezes Filho.

A ausência de política pública na salvação alimentar das crianças é mais uma consequência grave e cruel do golpe de Estado que sofremos em 2016 e seus desdobramentos com os serviços sujos da lava a jato e  a eleição golpista do projeto protofascista de Jair Bolsonaro.

Cada dia à espera de milagres caídos do céu ou de que o povo saia das redes sociais, da frente das TVs e dos estádios de futebol e das torcidas emocionantes e fanáticas e não seja mobilizado, organizado na luta ocupando as ruas, mais fome, desnutrição, prejuízos ao desenvolvimento das crianças serão mais fortes neste inferno de miséria, somando-se à situação da agricultura familiar atacada por venenos como arma química da guerra promovida pelo agronegócio.

Abraços proféticos e revolucionários,

Dom Orvandil.

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