bolsonaro desonesto

Jair Bolsonaro não tem nada de honesto. Pelo contrário!

Prezado amigo e companheiro Alysson Fonseca Naves, de Goiânia, Goiás

Algumas figuras pretensamente religiosas aparecem na mídia online justificando que votarão no nazifascista Jair Bolsonaro por que o “mito” é honesto.

Assim o “padre” Celidimar Moreira gravou um vídeo desonroso e calunioso ao ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva  dizendo que votará em Jair Bolsonaro porque ele é “católico”,  porque é contra a ideologia de gênero e porque é honesto (veja o vídeo). .

Da mesma forma os “padres” Marcelo Tenório e Paulo Ricardo, que se desdobram em sofismas travestidos de argumentos em defesa da “honestidade” de seu ídolo fascista como eles (aqui).

A “decisão da Confederação de Pastores do Brasil, que comanda setores das igrejas neopentecostais, de apoiar Jair Bolsonaro”, é, certamente, motivada pelo discurso mentiroso sobre a honestidade do capitão do ódio.

No mesmo campo da direita golpista e elitista se encontra o “bispo” Manoel Ferreira, que certamente se inclina pelo apoio ao esfaqueado pelo ódio que ele vomita pela mídia.

No fundo,  esses tais “formadores” de opinião, nome que dão ao cabrestreamento de seus cordeirinhos obedientes nas igrejas traidoras do cristianismo original, são intrinsicamente corruptos.

O caso do “seo” Manoel Ferreira, “bispo” de uma das muitas poderosas Assembleias de Deus , é exemplar. Quando vem à Goiânia o faz de helicóptero próprio, aterrissando num bairro chamado Campinas, cuja Assembleia de Deus Fama possui helicóptero pouso. De lá o tal se dirige para a residência de Marconi Perillo, ex governador de Goiás, membro do partido mais corrupto e golpista do Brasil, o PSDB, no fundo, pai desse câncer chamado Jair Bolsonaro. 

Marconi Perillo envolve-se com o famoso bicheiro Carlinhos Cachoeira, com propinas da Odebrecht, com prisão decretada, só não executada porque por ocasião de campanha eleitoral não pode ser preso se não for caso de flagrante.

Mas é na casa do “irmão” Marconi Perillo que o “bispo” Manoel Ferreira se hospeda, não se dando o trabalho de viajar por terra cerca 180 kms entre Brasília e Goiânia.

Ora, tudo isso tem a ver com Jair Bolsonaro. Esses “padres”, “pastores” e “bispos” todos se ligam a essa rede de desonestidade e corrupção, elementos naturais e próprios da direita, à qual pertencem, como o seu “mito” esfaqueado.

Jair Bolsonaro integra a maior organização criminosa, a mais predatória da vida em todas as formas, principalmente a humana, o capitalismo.

Através desse mecanismo apodrecido Bolsonaro, notório preguiçoso, pessoa que não trabalha como o atesta o currículo dele como deputado, de atuação corrupta e desonesta notória.

Na Câmara, sempre atuou ao lado de Eduardo Cunha e, no Congresso,  como amigo de Aécio Neves e de outros reconhecidos delinquentes anticonstitucionais.

Como deputado ofendeu colegas mulheres ameaçando-as de estupro. Usou o cargo e as cadeiras de deputados para fazer gestos de uso de armamentos, coisa própria de bandidos traficantes, necessariamente desonestos.

Ocupando um cargo com os votos populares na Câmara,  votou no golpe de Estado em 2016, defendeu torturadores, apoiou todas as medidas antinacionais do Vampirão MiShell Temer, contra a Constituição, em depredação dos direitos dos trabalhadores, da entrega das riquezas do país aos interesses predatórios e de guerra dos Estados Unidos, em impedimento à investigação de um dos maiores corruptos do Brasil, o quadrilheiro que,  pelo meio de um golpe,  abocanhou a presidência da república.

Tudo isso é desonestidade grossa em apoio à corrupção comandada pelos mercados nacional e internacional. Onde há honestidade no candidato corrupto dos padrecos e bispetos de araque, tão desonestos intrinsicamente quanto ele?

Onde há honestidade no candidato dos fanáticos e boçais que o defendem com ódio, socos, ponta pés, pedradas e tiros?

Mauro Lopes, editor do site Brasil 247, consegue, sem muito esforço, esquematizar muito bem algumas vigas de desonestidade de Jair Bolsonaro. Sob a sugestiva manchete  Mauro escreve  que o  ‘mito’ do herói honesto é soterrado por acusações e trapalhadas (acesse aqui).

O que esse pessoal da linha de fogo de Bolsonaro precisa mesmo é de honestidade para reconhecer o quanto seu chefe é de araque e desonesto.

Abraços críticos e fraternos.

Dom Orvandil, bispo cabano, lanceiro farrapo e republicano.

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