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Jesuítas reagem ao golpe fascista de destruir Paulo Freire em troca da aniquilação do legado do Padre Anchieta

Duarantes as manifantoches de 2013 os idiotas inúteis gritaram ofensas e bobagens pelas ruas do Brasil contra o atual patrono da educação, o educador Paulo Freire, sem nunca lerem sequer uma orelha de algum de seus livros.

Com o golpe consumado com a derrubada da presidenta Dilma as manadas voltaram às agressões contra o maior teórico da educação no Brasil e o mais respeitado no mundo.

Buscando o reinado da ignorância e do analbaetismo político o deputado Carlos Jordy (PSL-RJ)  ingressou com projeto de lei na Câmara Federal no dia 22 de maio para usar o Padre José de Anchieta como substituto de Paulo Freire.

Com a atitude cínica o famigerado deputado de direita demonstra não conhecer nenhum dos dois e “avacalhar” com ambos.

O site Extra Classe informa que “em uma reação rápida a apresentação de projeto de lei que objetiva a substituição de Paulo Freire pelo padre Anchieta como patrono da educação brasileira, no último dia 25, a reitoria do Santuário Nacional São José de Anchieta emitiu nota oficial manifestando sua rejeição à proposta. No texto assinado pelos padres jesuítas Nilson Marostica e Bruno Franguelli, a instituição religiosa afirma que não pode aceitar que o legado do santo católico “seja instrumentalizado para fins meramente ideológicos” e ainda ressalta a importância de Paulo Freire para o Brasil e para o mundo”, escreve Marcelo Menna Barreto.

 Leia abaixo a íntegra da nota assinada pelos padres jesuítas Nilson Marostica e Bruno Franguelli.

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