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Jornalismo social feito por militantes que identificam o neoliberalismo e lutam para destruí-lo

A minha amiga Cleidionice Pereira dos Santos, acadêmica do curso de Jornalismo das Faculdades Integradas do Norte de Minas Funorte, que já participou de programa aqui no Site e no Canal Cartas Proféticas  e o Professor Elpídio Rodrigues da Rocha Neto,  do curso de Jornalismo das Faculdades Integradas do Norte de Minas – Funorte me enviaram o link com o texto do artigo sobre Claras Norte Mineiras no Projeto da Economia de Francisco.

O artigo empreende discussão sobre a missão do jornalismo, notadamente do social.

O jornalismo social exige de seus quadros compromisso com a verdade, mas a verdade que transparece na percepção analítica e ideológica militante d@s que desmascaram o neoliberalismo como causa das mazelas, da exploração brutal que gera abandono, pobreza, miséria, doenças e mortes precoces.

Jornalistas embrenhad@s na situação social de miserabilidade dos pobres do Norte de Minas Gerais, entregues à pesquisa, à investigação das reais condições de vida e de morte, como é o caso de uma mulher mãe de cinco filhos, contando com apenas um sobrevivente e com um neto com câncer, que escaramuça diariamente em busca de alimentos, exemplificam dolorosamente a situação de milhões de pobres brasileiros.

O artigo nos permite perceber que o jornalismo social  transcende o conceito academicista e cientificista de busca da verdade por verossimilhança.

O jornalismo social não se move desde as mentes idealistas de profissionais da investigação jornalística. Ele exige que os profissionais sejam ativistas que, aprioristicamente,  compreendam que há causas deliberadas de desumanização e de anarquização do ecossistema. Estas causas têm como ponto de impulso o neoliberalismo, que se desdobra nas crises contra a classe trabalhadora, contra os pobres e na devastação ambiental. Importa ao jornalismo a investigação e denúncia das injustiças econômicas, sociais e eco ambientais.

Porém, o desvendamento das causas das mazelas como denúncia reveladora de árduo trabalho investigativo ainda não seria suficiente. É como se profissionais se satisfizessem com o desmascaramento das causas e dos atores envolvidos e descansassem em paz, à espera de que romântica e espontaneamente grupos e governos solucionassem os dramas humanos.

O artigo demonstra que a atividade jornalística em busca da verdade e da denúncia parte da militância d@s profissionais. Esta militância “organizada” se dá a partir da proposta do Papa Francisco com o nome de “Economia de Clara e de Francisco”, que harmoniza o jornalismo numa teia interdisciplinar de compreensão e transformação econômica e social.

A verdade que indica a causa da desumanidade não é ação de indivíduos apenas bons e generosos. É preciso uma causa articulada coletivamente em âmbito nacional e mundial. Na introdução isto já é clara essa proposta. “O projeto Economia de Francisco corresponde a um chamado do Papa Francisco, em maio de 2019, para jovens acadêmicos, economistas, professores, pesquisadores e ativistas sociais repensarem juntos a economia global. Foi inspirado na Carta Encíclica Laudato Si, elaborada em 2015, e o nome é uma alusão a São Francisco de Assis; a proposta é pensar e construir uma economia mais justa, inclusiva e humanizada para reduzir a desigualdade social no planeta. O documento defende uma atitude “que nos ajude a estar unidos, a conhecer-nos uns aos outros, e que nos leve a estabelecer um ‘pacto’ para mudar a economia atual e atribuir uma alma à economia de amanhã” (ANEC, 2019).

Conclamo aos/às leitores/as que cliquem neste título do artigo, postado na Revista Ciência & Luta de Classes: “JORNALISMO SOCIAL: OS DESABAFOS E DESAFIOS DE CLARAS NORTE-MINEIRAS NO PROJETO DA ECONOMIA DE FRANCISCO”.

Abraços proféticos e revolucionários,

Dom Orvandil.

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