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Jornalistas repudiam o miliciano Bolsonaro por ofensas à colega, mas bajulam os patrões golpistas

Redação*

Evidentemente que apoiamos a reação de repúdio dos/as jornalistas ao miliciano protofascista Jair Bolsonaro pelas ofensas machistas à sua colega Patrícia Campos Mello bem como à nota indignada da combativa ABI – Associação Brasileira de Imprensa.

O grosseiro, o vulgar, o estúpido e baixo Jair Bolsonaro repete os toscos, ofensivos e misóginos comandantes de pelotões de recrutas ao ofenderem as mães, irmãs e mulheres das famílias deles, geralmente em tons de homens sexualmente fracassados e mal amados. Vulgares, não economizam ofensas e rebaixamentos das mulheres, tudo para humilharem os jovens provindos das camadas mais pobres e trabalhadoras, tudo no nome falso da hierarquia e da disciplina, impondo medo e terror,  sob ameaças de punições e expurgos.

O miliciano, eleito presidente abaixo de mentiras no fluxo de um golpe de Estado,  confunde o Brasil e seu povo com um pelotãozinho mequetrefe e com um quartelzinho que habita a mente psicopata dele.

Acolho o repúdio da categoria e me solidarizo com a jornalita e com a mulher Patrícia Campos Mello.

Jamais se pode aceitar a humilhação de uma mulher e de uma profissional, muito menos por parte de quem não se dá o respeito nem respeita o cargo político mais alto do país, que o delinqüente tenta doar a outros marginais neoliberais.

O que espanta nesses/essas jornalistas é o silêncio covarde diante de seus patrões, grandes responsáveis pelo golpe de Estado que desemboca no verme miliciano Bolsonaro.

Não se lê nenhuma nota dos/as jornalistas contra a mídia golpista. Pelo contrário, o que se vê é subserviência e puxasaquismo pusilânimes.

Não se vê nenhuma solidariedade coletiva e  política dos/as jornalistas com os milhões de desempregados pelo neoliberalismo defendido e alimentado por seus patrões.

Nenhuma afirmação de indignação com o processo de desmonte  do país pelo mesmo grupo quem tem à frente um fantoche imoral e traidor da pátria.

Os/as jornalistas também não se manifestaram em nota e publicamente na defesa dos petroleiros e das petroleiras, que lutam e resistem através da greve contra o destruição da Petrobras e do Brasil.

Espero que a jornalista Patrícia Campos Mello se componha em sinal de alerta e revolta por todo um setor que deveria ser exemplo de denúncia e de verdade.

Não basta informar. É preciso investigar e denunciar!

Solidariedade á mulher e à jornalista Patrícia Campos Mello!

*Dom Orvandil. 
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Um comentário

  1. O repúdio de jornalistas às agressões que o miliciano Bolsonaro desferiu contra uma colega não corresponde com a covardia e omissão contra os patrões golpistas. Ajude-nos a movimentar o Cartas Proféticas compartilhando somente os links das postagens. http://cartasprofeticas.org/jornalistas-repudiam-o-miliciano-bolsonaro-por-ofensas-a-colega-mas-bajulam-os-patroes-golpistas/

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